O jornalista e criador do canal no YouTube Manual do Mundo, Iberê Thenório, estará em Londrina nos dias 13 e 14 de agosto para participar da FICSesi (Feira de Iniciação Científica do Sesi) e da Flise (Feira Literária do Sesi) 2026. O encontro reunirá estudantes de diferentes regiões do Paraná no Parque de Exposições Governador Ney Braga e terá como um dos principais momentos uma conversa de Iberê com os alunos sobre educação e futuro.
Receba nossas notícias NO CELULAR
WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp.Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.
Com mais de 20 milhões de inscritos no YouTube, o Manual do Mundo é um dos maiores canais brasileiros voltados à divulgação científica e à educação na internet. A presença de Iberê integra uma programação que coloca os próprios estudantes no centro das atividades, tanto na produção de pesquisas científicas quanto na criação literária.
- Curso de Odontologia suspende aulas e homenageia jovem morta após acidente em Londrina
A programação da FICSesi contará com 170 projetos de iniciação científica desenvolvidos por estudantes da Educação Básica. Os trabalhos abordam temas relacionados à sustentabilidade, tecnologia, saúde, indústria, acessibilidade, meio ambiente e problemas observados no cotidiano das comunidades onde os alunos vivem.
Já a Flise terá a participação de 18 estudantes finalistas do Prêmio Sesi de Literatura, nas categorias conto, crônica e poesia. A programação também contará com oficinas, encontros com escritores, atividades culturais e a cerimônia de premiação.
Conversa com estudantes
A participação de Iberê ocorrerá em um momento da programação dedicado à discussão sobre os desafios da educação diante das transformações tecnológicas e sociais. A proposta é aproximar os estudantes de alguém que transformou a curiosidade e a divulgação científica em uma trajetória profissional acompanhada por milhões de pessoas.
À frente do Manual do Mundo desde 2008, Iberê Thenório ficou conhecido por produzir conteúdos sobre ciência, experiências, curiosidades e tecnologia em uma linguagem acessível. O trabalho busca transformar perguntas comuns em oportunidades para entender como diferentes fenômenos e objetos funcionam.
A proposta da conversa em Londrina dialoga diretamente com os projetos apresentados pelos estudantes na FICSesi. Muitos dos trabalhos desenvolvidos ao longo do ano começam justamente a partir de uma pergunta ou de um problema identificado pelos próprios alunos.
Para Iberê, a curiosidade tem papel importante nesse processo. “A curiosidade é uma das ferramentas mais importantes que uma pessoa pode desenvolver. É ela que faz a gente olhar para alguma coisa e pensar: ‘por que isso acontece?’. Quando a escola consegue transformar essa pergunta em investigação, ela cria uma oportunidade muito poderosa de aprendizagem”, afirmou.
A expectativa é que o encontro permita aos estudantes conhecer a trajetória de alguém que fez da comunicação da ciência uma ferramenta de educação e que também estimule novas discussões sobre as habilidades necessárias para um futuro marcado por mudanças tecnológicas cada vez mais rápidas.