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Promovido pela Prefeitura de Londrina

Residência em Medicina de Família e Comunidade abre inscrições nesta quarta-feira

Redação Bonde com Assessoria de Imprensa
20 out 2021 às 12:35
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A partir desta quarta-feira (20), estarão abertas as inscrições para o processo seletivo do programa de Residência em MFC (Medicina de Família e Comunidade), promovido pela Prefeitura de Londrina. A iniciativa, que oferta seis vagas, é voltada para médicos que possuam registro no CRM (Conselho Regional de Medicina). Os interessados podem se inscrever para a seleção até o dia 8 de novembro, através do site do Enare (Exame Nacional de Residência). Os residentes recebem uma bolsa de estudos, cujo valor bruto é de R$ 3.300, e será reajustado para R$ 4.100 a partir de janeiro.

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A taxa de inscrição é de R$ 180, sendo que os candidatos inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) poderão requerer isenção. A prova será aplicada em 12 de dezembro e, após a divulgação do resultado final da seleção, prevista para 24 de janeiro, os candidatos classificados poderão fazer suas matrículas no início de fevereiro. As atividades do programa de residência terão início em 1º de março. Todas as informações sobre o processo, incluindo o cronograma das etapas, estão disponíveis no edital (acesse aqui). Dúvidas serão esclarecidas através do e-mail [email protected].

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A médica da DAPS (Diretoria de Atenção Primária à Saúde) e coordenadora da Coreme (Comissão de Residência Médica) da SMS (Secretaria Municipal de Saúde), Sonia Orquiza, explicou que, neste ano, o teste seletivo será realizado nacionalmente, de forma unificada. “É um exame padronizado, que será aplicado presencialmente em 50 cidades brasileiras, incluindo Londrina. De acordo com a sua pontuação e classificação, os candidatos poderão escolher onde preferem fazer a residência. No ano passado, preenchemos quase todas as nossas vagas com profissionais oriundos da UEL (Universidade Estadual de Londrina), que foram atraídos pelo programa graças à sua excelência”, destacou.


Ainda segundo Orquiza, a SMS optou por aderir ao Enare graças às vantagens oferecidas por essa iniciativa, como a maior praticidade e a eliminação dos custos relativos à elaboração das provas. 


Formação – Desde 2016, ano em que foi instituído, o programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade da Prefeitura de Londrina já formou 12 médicos. Para a execução da iniciativa, a Secretaria Municipal de Saúde conta com parcerias dos ministérios de Educação e Saúde. Com duração de dois anos, a residência conta com carga horária de até 60 horas semanais. As atividades práticas correspondem a 80% desse total, sendo que 20% do tempo é dedicado a aulas teóricas.

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Atualmente, os alunos exercem suas atividades em três UBSs (Unidades Básicas de Saúde): Padovani, Santiago e Itapoã. Na maior parte do tempo, as ações ocorrem na Atenção Primária à Saúde, com preceptoria ombro a ombro, em tempo integral. Entre outros trabalhos, os residentes realizam atendimentos de promoção e prevenção à saúde, diagnóstico, tratamento, reabilitação, vigilância em saúde e cuidados paliativos.


Nessas funções, eles têm a oportunidade de atender diferentes segmentos sociodemográficos, como crianças e adolescentes; mulheres; trabalhadores; idosos; homens; e população LGBTQIA+. Também atuam em diversos campos como a saúde mental e atenção a agravos de saúde agudos e crônicos, entre outros. Além disso, durante a residência, os alunos passam por diversos serviços da rede municipal de saúde.


A médica da UBS Padovani, Beatriz Zampar, que também é preceptora e supervisora do programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade, contou que a participação na iniciativa foi um divisor de águas em sua carreira, tendo proporcionado conhecimentos de grande valor. “Eu entrei na residência em 2016, logo após o término da minha graduação. Conhecer a Medicina de Família e Comunidade foi um marco na minha vida, porque essa linha de atividade traz a pessoa para o centro do cuidado. Nós desenvolvemos várias habilidades importantes como respeitar as pessoas; trabalhar em equipe; treinar a nossa competência cultural; e atender a população de acordo com as necessidades dela. Muitas dessas práticas não são abordadas durante a graduação, e por isso a residência amplia muito o olhar do profissional”, pontuou.

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