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Amarilla dá recado a corintianos: 'Somos humanos e nos equivocamos'

LANCEPRESS!
01 jul 2015 às 17:41

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Reprodução

Vilão da eliminação do Corinthians nas oitavas de final da Libertadores de 2013, para o Boca Juniors (ARG), o árbitro paraguaio Carlos Amarilla deu um recado aos corintianos, dizendo que é comum "se equivocar". Para ele, seu único erro foi uma bola na mão não assinalada após jogada do atacante Emerson Sheik, que chegou a levar cartão amarelo após reclamar do lance.

"Posso dizer a eles (corintianos) que o futebol é um esporte de seres humanos, com virtudes e defeitos, no qual os jogadores se equivocam, os técnicos se equivocam, os dirigentes se equivocam, os jornalistas. Nós somos seres humanos e temos que decidir em milésimos de segundo e também nos equivocamos. O trio teve erros na partida, é verdade. No meu caso foi da mão. Está claro que os jogadores me cobriram, eu estava atrás da jogada, tanto assim que só um jogador reclamou", disse Amarilla, em entrevista ao 'Sportv'.

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Naquela partida, outros dois pênaltis não marcado e um gol de Romarinho anulado incorretamente, após marcação de impedimento, geraram reclamações e levantaram suspeitas. Nos últimos dias, vazaram escutas telefônicas de conversas entre o ex-presidente da Associação de Futebol Argentino (AFA), Julio Grondona, e Abel Gnecco, representante argentino na Comissão de Arbitragem da Conmebol, dando a entender que sua participação no duelo havia sido encomendada. Grondona chega a declarar que o maior reforço do Boca naquele ano teria sido Amarilla.

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O árbitro chegou a ser afastado pela Associação Paraguaia de Futebol e não aceitou uma carta de Gnecco, em que o dirigente sai em defesa de Amarilla. O árbitro negou que tivesse qualquer influência arranjada no duelo. "A verdade é que não temos nem ideia (de onde surgiu as declarações de Grondona). Nós somos árbitros e respondemos à Conmebol. O senhor Gnecco apresentou uma nota para a Associação Paraguaia de Futebol pedindo desculpas e explicando a situação", afirmou.


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