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Na raça...

Com 2 expulsos, Cruzeiro cede empate pela Libertadores

Agência Estado
31 dez 1969 às 21:33
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O Cruzeiro não conseguiu segurar a vitória parcial sobre o Deportivo Quito na noite desta quarta-feira e acabou cedendo o empate por 1 a 1 fora de casa, em seu segundo jogo pela Copa Libertadores. Na altitude da capital equatoriana, o time mineiro pagou o preço por abdicar do ataque nos minutos finais. Além disso, as expulsões de Wellington Paulista e Fabrício também complicaram as coisas para os cruzeirenses.

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Depois da vitória por 3 a 0 sobre o Estudiantes, na estreia pela competição, o Cruzeiro encarou um adversário fraco, mas que pressionou no fim e conseguiu seu gol. Mesmo com o resultado, a equipe brasileira permanece na liderança do Grupo 5, somando quatro pontos. O Deportivo vem em segundo, com dois. Na próxima quarta, o Cruzeiro volta a campo pela Libertadores para enfrentar o Universitario de Sucre, na Bolívia.

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Agora, o time do técnico Adilson Batista terá que voltar novamente suas atenções para o Campeonato Mineiro. Na liderança do Estadual, o Cruzeiro joga no domingo contra o terceiro colocado Ituiutaba, no Mineirão.


O JOGO
A partida não começou nada atraente para os torcedores, tanto do Cruzeiro como do Deportivo. As duas equipes mostravam lentidão na transição da defesa para o ataque e o jogo permaneceu morno nos primeiro minutos, sem oportunidades de gol. A primeira chance real só veio aos 15, e com o time brasileiro.


Após contra-ataque cruzeirense, Jonathan aproveitou a sobra de bola na área. O lateral-direito pegou firme, mas para fora. Dois minutos depois, Thiago Ribeiro descolou bom cruzamento para Ramires, na medida. Na hora do chute, porém, o volante foi travado pela zaga do time equatoriano.

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Mesmo sem pressionar, o Cruzeiro conseguia criar boas chances, aproveitando a falta de atitude do Deportivo, que pouco fazia para tentar abrir o placar em Quito. Com 23 minutos, mais uma oportunidade criada pela equipe mineira. Após cruzamento de Jonathan, a zaga afastou e Wagner pegou a sobra na entrada da área, batendo para fora.


Melhor em campo, o time brasileiro chegou ao gol aos 38 minutos. Wagner cobrou falta perto da marca de escanteio e encontrou Ramires na área. O volante subiu com liberdade para testar no canto do gol defendido por García, que nada pôde fazer. O gol no primeiro tempo era tudo que o Cruzeiro queria, mas não foi suficiente para acalmar os ânimos do atacante Wellington Paulista.


Logo após o gol, o jogador, que já tinha cartão amarelo, fez falta no meio-de-campo e tomou o segundo, sendo expulso na sequência. Só com um a mais o Deportivo Quito conseguiu criar sua primeira chance de gol no jogo, já aos 46 minutos do primeiro tempo. Daniel Mina estava livre na área para escorar o cruzamento, mas errou a meta de Fábio.


No segundo tempo, o time equatoriano voltou com duas modificações para tentar ser menos apático. Mas os planos do técnico argentino Rubén Darío Insúa caíram por terra quando o Deportivo também ficou com dez jogadores. Aos sete minutos, Checa fez falta dura em Thiago Ribeiro e levou o segundo cartão amarelo, sendo expulso.


Nem deu tempo de o Cruzeiro aproveitar a igualdade numérica para tentar ampliar e o time mineiro teve mais um jogador expulso: Fabrício, também por receber o segundo cartão amarelo. Novamente com um a menos, a equipe brasileira deu espaços para que o Deportivo atacasse. Mesmo assim, os anfitriões mostravam pouca qualidade para chegar ao gol.


Perto dos 30 minutos, o técnico Adilson Batista decidiu retrancar seu time para segurar a vitória fora de casa. Tirou o atacante Thiago Ribeiro, que já sofria com o cansaço por causa da altitude, e colocou o volante Elicarlos. Depois, sacou o meia Wagner e promoveu a entrada de outro volante: Henrique. Para compensar, trocou Ramires pelo atacante Soares.


A retranca acabou custando caro para o Cruzeiro, que chamou o Deportivo para o seu campo. De tanto pressionar nos minutos finais, o time equatoriano conseguiu arrancar o empate. Já nos acréscimos, aos 46 minutos, o zagueiro Caicedo subiu entre os zagueiros para cabecear o cruzamento da esquerda e decretar a igualdade em Quito.

SURPRESA VENEZUELANA
Ainda na noite desta quarta-feira, o Caracas, da Venezuela, surpreendeu ao vencer o argentino Lanús por 3 a 1. Rey, Figueroa e Castellín marcaram para o time da casa, enquanto Sand anotou o gol de honra dos visitantes. A vitória deixou o time na liderança do Grupo 6, com três pontos, enquanto o Lanús é o lanterna da chave, com um ponto somado.


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