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Diretoria do Santos resiste a pressão e dá tempo para Diniz

Gabriel Brino - Folhapress
01 set 2021 às 10:35
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Fernando Diniz foi novamente alvo de críticas de grande parte da torcida do Santos no último final de semana, após a goleada por 4 a 0 para o Flamengo, na Vila Belmiro. Alguns santistas, inclusive, até movimentaram as redes sociais do clube com pedidos de demissão do treinador. Porém, a tentativa foi frustrada.

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A diretoria do Santos entende que não é momento de criar um clima caótico no clube, sobretudo pelo contexto ao redor do trabalho de Diniz, com lesões e movimentação no mercado. Por isso, os dirigentes não se reuniram para debater o futuro do treinador, pois não há pretensão de demiti-lo até o momento.


A presidência está dando total respaldo a Diniz. Andres Rueda quer esperar para ver como o Santos irá reagir com a chegada dos cinco reforços: o goleiro Jandrei, o zagueiro Emiliano Velázquez, o meia Augusto Galván e os atacantes Diego Tardelli e Léo Baptistão. Afinal, alguns jogadores chegaram por pedido de Diniz, que sequer teve a oportunidade de testá-los.

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Ainda faltam Jandrei, Velázquez e Léo Baptistão aparecerem no BID (Boletim Informativo Diário) da CBF para que possam ter suas estreias promovidas pelo treinador santista. Isso deve ocorrer até o fim desta semana.


Além das contratações, Diniz também deve contar com o retorno de Marinho, em reta final de recuperação do hematoma na coxa. O camisa 11 está ausente no Santos há um mês e é visto como solução para o ataque. A diretoria também conta com uma mudança de postura com a retomada dele.


Vale pontuar que não há a expectativa da direção em concretizar a saída do técnico caso haja uma nova derrota para o Cuiabá, no sábado (4), pelo Campeonato Brasileiro. Pacientes, os dirigentes pretendem avaliar com calma o trabalho de Fernando Diniz. Entretanto, há um pedido para que ele apresente resultados mais consistentes.


Com a semana livre, além de descansar os jogadores, que vem de grande sequência de jogos, o treinador deve reforçar alguns trabalhos específicos e até mexer no time titular. O Santos, por exemplo, tem sofrido muitos gols de bola parada, além de problemas técnicos no ataque. O meio-campo também voltou a ser um setor questionado.

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