Após a Copa América, o atacante colombiano Teo Gutiérrez falou em tom de despedida do River Plate (ARG). O River já havia afirmado que iria liberá-lo, e tudo parecia uma questão de tempo. No entanto, tudo mudou nas últimas semanas. O capítulo desta quarta-feira tem o empresário do jogador, Efrain Pachón, dizendo que seu cliente quer seguir no clube argentino e que espera o pagamento de dívidas.
"(Teo) Me disse que queria jogar a Copa Libertadores, mas que por favor cumpram o que têm de pagar. Patanian (vice-presidente do River) me contestou 'sem palavras', como se não se interessasse. Que a torcida do River saiba: Teo quer continuar, mas quer que paguem os seus salários", afirmou Pachón, em entrevista ao canal TyC Sports, da Argentina.
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Segundo o agente, o River Plate deve seis meses de salários, além de premiações a Gutiérrez. Os argentinos contestam e dizem que não há dívida. E mais: insistem que não vão liberá-lo 'de graça'. "Me incomoda que uma pessoa que dirige uma instituição tão grande como o River se preste a ridicularizar e a maltratar um jogador como o Teo, que foi vital. É preciso ter gratidão - disse o empresário.
O mais curioso é que, desde o início das negociações, Gutiérrez afirmou ao Corinthians que seus representantes eram o empresário Luis Alberto Azerrad e o advogado Alberto Fochi Moreno. No início de junho, o jogador assinou um documento desautorizando qualquer pessoa a negociar com o Corinthians por ele que não fossem os dois citados.
Aos dois, o Corinthians avisou que pagaria no máximo US$ 2 milhões (cerca de R$ 6,2 milhões) ao River por 50% dos direitos do colombiano. Já o clube argentino exige US$ 3 milhões (cerca de R$ 9,3 milhões) e avisa que não baixa a pedida. Neste meio tempo, Efrain Pachón, excluído pelo Timão, tenta colocar Gutiérrez em clubes da Europa, como Sporting (POR) e Villareal (ESP).