Se experiência for um fator decisivo no confronto entre Londrina e Brasil de Pelotas, pelas semifinais da Série D, os gaúchos estão em vantagem: a média de idade do Xavante na última partida, a derrota por 2 a 1 para o Brasiliense, no Distrito Federal, foi de 30,9 anos. Já o Tubarão, que empatou em 0 a 0 com a Anapolina, também no último domingo (19), levou a campo uma equipe com média de 24 anos.
Os números devem mudar no primeiro jogo entre os dois clubes, marcado para as 20h30 de sábado (25), com a volta do volante Diogo Roque (de 28 anos) no lugar de Guilherme Amorim (21). Com a mudança, a média ficará em 24,7 anos.
Do outro lado, o também volante Leandro Leite (31), capitão do time, está fora após ter sido expulso contra o Brasiliense. A média poderá cair ou subir de acordo com o substituto escolhido pelo técnico Rogério Zimmermann.
A maior parte dos jogadores que elevam a média do Brasil de Pelotas está na defesa: o goleiro Eduardo Martini tem 35 anos, a dupla de zaga formada por Cirilo e Fernando Cardozo tem 33 e 35 anos, respectivamente, e o lateral-direito Wender coloca 36 anos na soma. Com 24 anos, o lateral-esquerdo Rafael Forster abaixa um pouco a média do setor, que é de 32,6 anos.
Em comparação, a defesa do Londrina tem média de 25 anos, com o goleiro Vítor ocupando a posição de mais experiente com 29. O capitão Dirceu tem 26 anos, mesma idade do zagueiro improvisado Sílvio. Os laterais Lucas Ramon e Allan Viera têm 20 e 24, respectivamente.
O jogador mais velho do Brasil é o meio-campista Márcio Hahn, de 37 anos. No lado do Tuba, este papel cabe ao atacante Bruno Batata, com 30.
A partida de ida está marcada para as 20h30 do próximo sábado (25), no estádio Bento Freitas, no interior do Rio Grande do Sul. A volta será às 17h do outro domingo, dia 2 de novembro, no Café. O vencedor pega Confiança (SE) ou Tombense (MG) na final da Série D.