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Paulista

São Paulo cauteloso diante do Botafogo-SP

Agência Estado
31 dez 1969 às 21:33
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Faltam apenas 10 dias para o São Paulo iniciar a caminhada em busca do título mais desejado do primeiro semestre, a Copa Libertadores. Mas antes tem de completar uma maratona de nove jogos em 30 dias - apenas no início da temporada - que começou em 21 de janeiro e terminará com a partida diante do Independiente de Medellín, no Morumbi.

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O time de Muricy Ramalho vai a Ribeirão Preto, às 17 horas, deste domingo, enfrentar o Botafogo - cobertura online do estadao.com.br - e o verão local no sexto capítulo da saga do início do ano. Dificuldades que preocupam a comissão técnica. O calor, a preparação ainda incompleta e as recentes lesões decorrentes da maratona trazem o temor de que, no dia 18, o capitão Rogério Ceni não seja o único desfalque.

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"A gente tem de tomar cuidado com o time todo", resume o treinador são-paulino. "A sequência inicial de jogos e o clima deste começo de temporada são muito duros. Precisamos ter cautela para ninguém acabar se machucando."


Cuidado que não evitou várias contusões em menos de 30 dias de trabalho. Não faltam problemas hoje para Muricy. O volante Eduardo Costa não está relacionado para o jogo mais uma vez. Parou no início da pré-temporada para tratar o joelho direito. Rogério não deve nem sequer voltar a tempo de jogar a primeira partida da Libertadores, fruto da falta de cautela de retornar aos gramados e reincidir numa lesão no músculo da coxa direita. E a dupla de ataque preferida de Muricy também não está confirmada. Washington sente dores no tornozelo direito e Dagoberto, no púbis.


Se hoje o departamento médico já está repleto, o receio é de que possa ficar superlotado. "A partir do momento em que entramos em campo, estamos sujeitos a sofrer contusões", conforma-se o ala Jorge Wagner. "Mas é claro que ninguém gostaria de ficar de fora da Libertadores por causa disso."

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Tirar o pé, porém, nem pensar. Muricy então deve continuar com a filosofia de poupar atletas que estejam em condições físicas piores. Rogério já ficou fora - sua lesão serve como lição para a comissão técnica -, e Renato Silva, Rodrigo, Miranda, Zé Luís, Jorge Wagner e os três atacantes estão de sobreaviso.


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