Futebol

Sem a Globo, amistoso da seleção passará em outros canais e na internet

08 jun 2017 às 07:41

Quem quiser assistir ao clássico Brasil x Argentina nesta sexta-feira (9) terá de acordar cedo, às 7 horas, e também zapear por canais pouco comuns nas transmissões dos grandes eventos esportivos. Quebrando a regra na tevê brasileira dos últimos anos, um dos maiores clássicos do mundo será transmitido pelas TVs Brasil e Cultura, que têm vieses educativos. A outra opção é assistir ao jogo pela internet.

Sem a Globo, que não aceitou a proposta de adquirir os direitos de transmissão dos amistosos diante de Argentina e da Austrália (na terça-feira) de forma avulsa, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) decidiu alçar voo solo e comprou espaço por valor irrisório nas grades das TVs Brasil e Cultura para mostrar as partidas.


As duas emissoras têm seus sinais exibidos em canais diferentes em cada Estado do Brasil. Alguns transmitem através de sinal próprio das emissoras, mas a maioria o faz na TV aberta por meio de retransmissão de TVs educativas estaduais - que não raro não conseguem ser sintonizadas fora das grandes metrópoles, algo bem diferente da Rede Globo, cujo sinal atinge praticamente todo o País.


Quem tem acesso à TV por assinatura terá menos dificuldade em sintonizar os canais, principalmente da emissora nacional. Isso porque ela está presente no pacote básico oferecido por praticamente todas as principais operadoras do Brasil.


Na internet


Além dos canais públicos de televisão, outra opção para assistir aos jogos será a internet. A CBF TV vai transmitir a partida no seu site, assim como o Portal UOL. Já a operadora de celular Vivo, patrocinadora da seleção desde 2005, permitirá que seus assinantes assistam ao confronto através de canal próprio a ser acessado por celular e tablet.

As imagens serão geradas pela CBF TV. O narrador Nivaldo Pietro (FOX Sports), Pelé e o ex-jogador Denilson (Band) foram contratados. A transmissão dos jogos por conta própria funcionará como uma espécie de "piloto" para a CBF. A intenção é faturar mais com transmissões próprias e patrocínios.


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