Se Luiz Felipe Scolari hoje está empregado, na China, o mesmo não pode ser dito sobre Wladimir de Castro Palomo, o sósia. Confundido até por um jornalista, que o entrevistou durante a Copa do Mundo de 2014, num voo, como se ele fosse mesmo Felipão, o aposentado não tem tido mais tanto êxito na "carreira" de sósia um ano depois do 7 a 1 sofrido pelo Brasil para a Alemanha.
"Acho que um pouco disso é por causa da situação do país. Ninguém está investindo muito. Mas não vou ligar para ninguém para participar de evento. Espero as pessoas me procurarem", disse, ao 'Diário de S. Paulo'. Na época em que foi confundido com Felipão pelo jornalista Mario Sergio Conti, Palomo, de 55 anos, foi procurado até pela imprensa internacional.
"No dia em que saiu a reportagem, todo mundo quis falar comigo. Não entendi nada. Precisei dar explicação até para a BBC, da Inglaterra", comentou o sósia, que também lamenta o massacre de 2014. "Fiquei triste pelo Brasil. Antes de ser sósia, gosto de futebol. Faltou o Ralf para dar duas no Shweinsteiger", brincou Palomo, aposentado e torcedor do Corinthians.