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Felipe Massa terá que de­sem­bol­sar 217.820,00 eu­ros, o que equi­va­le a cer­ca de R$ 654 mil - Arquivo Folha de Londrina
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Sem acordo

Após polêmica, pilotos decidem pagar superlicença

Equipe da Folha de Londrina
31 dez 1969 às 21:33
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Depois de toda a polêmica envolvendo o aumento no preço da superlicença da F-1 (permissão para pilotar na categoria), os pilotos decidiram encerrar o caso e pagar a taxa à Federação Internacional de Automobilismo (FIA), de acordo com o site da revista ‘Autosport’.

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Segundo a revista, os pilotos continuam insatisfeitos com o preço das superlicenças e querem discutir o assunto com o presidente da FIA, Max Mosley, mas evitaram um conflito maior com a entidade durante a pré-temporada - o Mundial-2009 começa no dia 29 de março, com o GP da Austrália.

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Além da FIA, as equipes também pressionaram seus pilotos a pagarem a superlicença, o que deve acontecer até a próxima semana, segundo a ‘Autosport’.


A GPDA (associação dos pilotos) pediu a seus membros que não pagassem a taxa até que a situação fosse resolvida, mas Max Mosley considerou o preço ‘justo’ e não aceitou a redução.


Na última quinta-feira (26), o alemão Nico Rosberg, titular da Williams, alertou a FIA sobre a união dos pilotos em torno da polêmica. ‘Não menosprezem a força dos pilotos, pois estamos unidos. O esporte precisa de todos nós, não nos menosprezem’, ameaçou Rosberg.

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Também na quinta-feira, a Williams revelou que pagaria a superlicença de seus pilotos, atitude que pode ser imitada por outras equipes.


Inflação


O aumento no valor das superlicenças aconteceu no meio de 2008 e imediatamente gerou polêmica entre os pilotos, que cogitaram até mesmo entrar em greve.

Para poder tirar sua superlicença, o vice-campeão Felipe Massa, por exemplo, terá de desembolsar 217.820,00 euros, o que equivale a cerca de R$ 654 mil. O valor é a soma dos pontos marcados na temporada - cada um custa 2.100 euros (eram 2.000 euros no ano passado e 1.725 euros no ano anterior) - mais uma taxa fixa de 10.400 euros (aumento de 400 euros em relação a 2008), além de um seguro compulsório de 2.720 euros.


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