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Chefe da Sauber admite medo de ser presa por caso Van der Garde

24 mar 2015 às 17:17

Monisha Kaltenborn, chefe da equipe Sauber, admitiu ter sentido medo de ser presa na briga judicial com o piloto Giodo van der Garde, que tentava exercer o direito de tentar correr o GP da Austrália.

"Quando você senta no tribunal e ouve a palavra prisão, é um choque", admitiu a dirigente ao jornal suíço 'Sonntagsblick'. Advogada de formação, Monisha entrou na Sauber prestando serviços jurídicos. O problema com o piloto holandês se deu por conta da contratação de Felipe Nasr e Marcus Ericsson. Com contrato válido para ser piloto titular em 2015, Van der Garde recorreu aos tribunais para poder correr na Austrália.

Com a consequente recusa da Sauber, chegou-se a falar em apreensão de equipamentos e até mesmo a prisão da sua chefe. Entretanto, a situação foi encerrada com um acordo entre as partes. "Sim, cometi erros. Confiei demais e fui punida de maneira amarga. As cortes não jugam baseadas em princípios morais. Para eles, só acordos escritos se aplicam, não importa quais sejam as circunstâncias", disse Monisha.


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