O presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), o alemão Thomas Bach, elogiou o empenho da União Ciclística Internacional (UCI) em coibir casos de doping na modalidade. O esporte ficou marcado negativamente em 2012, quando os sete títulos do norte-americano Lance Armstrong na Volta da França, entre 1999 e 2005, foram cassados porque ficou comprovado que ele foi capaz de burlar o controle antidoping.
"O UCI me informou de todas as medidas que eles tomaram para proteger seu esporte de manipulação de qualquer tipo, em particular do doping, e foram de fato impressionantes", disse Bach, em declaração publicada nesta quinta-feira no site do COI.
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O presidente da UCI, o inglês Brian Cookson, mostrou-se grato ao COI pelo apoio ao ciclismo. "Gostaria de agradecer ao presidente Bach pela extremamente positiva conversa sobre questões de como crescer a modalidade globalmente, inclusive quanto à nossa participação na Olimpíada de 2020", disse o dirigente, eleito em 2013.
Nos Jogos Olímpicos de 2012, em Londres, 18 provas de quatro modalidades diferentes de ciclismo - ciclismo de estrada, ciclismo de pista, mountain bike e BMX - foram disputadas. O esporte faz parte do quadro olímpico desde a Olimpíada de Atenas de 1896, quando a versão moderna dos Jogos passou a ser realizada.