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Vice na GP2

Em negociação, Razia confia em lugar na F1 em 2013

Agência Estado
26 nov 2012 às 10:58

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"No ano passado, a gente estava bastante confiante porque tínhamos obtido bons resultados", afirma o brasileiro, que era piloto reserva da Caterham, então chamada de Team Lotus. "Neste ano, os resultados foram ainda melhores. E conseguimos investidores. Isso ajuda bastante", revela, confiante. "Na minha carreira, eu sempre fui confiante. Se não fosse assim, não teria chegado até este momento."

Após ser preterido pela Caterham, no fim de 2011, o brasileiro de 23 anos decidiu abrir o leque de opções na tentativa de encaminhar sua entrada na Fórmula 1. Neste ano, se tornou piloto de testes da Force India, manteve o contato com a Caterham e abriu negociação também com a Marussia. As três equipes ainda não confirmaram suas duplas de titulares para a 2013.

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"Abri negociação com as três. No começo, chegamos a negociar com todas as equipes. Mas agora só tem estas três", diz o piloto, que garante preferir a Force India. "Ainda existe uma esperança de fechar com eles. Mas não posso me dar ao luxo de ficar escolhendo. Ainda não sou um piloto de F1. Sou um aspirante."


De olho nas últimas vagas restantes no grid da Fórmula 1 para 2013, Razia aposta no bom relacionamento com as três equipes. "Felizmente, tenho bons relacionamentos. E isso ajuda bastante a progredir nas negociações. Aqui [na F1] não é tanto o que você merece, mas é o que você consegue pegar. E eu tenho que conquistar o meu espaço", afirma o brasileiro, que também conta com o vice-campeonato na GP2 neste ano para pleitear um espaço na F1.


Razia garante que não pretende voltar à GP2, mesmo que sua investida na Fórmula 1 não dê resultados. O brasileiro espera ter boas notícias nas próximas semanas. "As negociações estão bem avançadas. Gostaria de ter algo de concreto até o início de dezembro. Preferia passar o Natal mais tranquilo. Estamos tendo várias reuniões. Quem sabe na próxima semana, a gente já tem alguma coisa concreta", avisa.

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Caso não tenha sucesso nestas negociações, o brasileiro admite voltar a ser piloto reserva de alguma equipe na Fórmula 1 em 2013. "É a ultima coisa que eu faria. Já passei por isso e conheço o limite desta posição na equipe", comenta, sem perder a confiança no futuro. "Estou em um momento tão bom da minha carreira que eu não posso perder esta oportunidade."


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