A final da edição de 2015 da chave masculina de Wimbledon será uma reedição da decisão do ano passado entre Novak Djokovic e Roger Federer. Nesta sexta-feira, após o sérvio se garantir na decisão após bater o francês Richard Gasquet, o suíço avançou ao superar o britânico Andy Murray por 3 sets a 0, com parciais de 7/5, 7/5 e 6/4, em 2 horas e 6 minutos.
Assim, neste domingo, o número 2 do mundo vai disputar a sua décima final em Wimbledon, em que Federer tentará o seu oitavo título, o que o levaria a ser isolar como o maior vencedor do torneio. Além disso, o suíço tentará se vingar da derrota para Djokovic na decisão do ano passado - ele só perdeu uma outra final do Grand Slam britânico, em 2008, para o espanhol Rafael Nadal.
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Além disso, Federer vai em busca do seu 18º título dos quatro principais torneios do tênis em 26 decisões. Para isso, terá que vencer a sua 40ª partida contra Djokovic. O suíço líder o confronto direto por 20 a 19, mas perdeu os dois últimos duelos, nas decisões dos Masters 1000 de Indian Wells e de Roma.
Nesta sexta-feira, Federer assegurou a sua 13ª vitória em 24 confrontos diante de Murray. Para isso, teve uma atuação impecável, com 20 aces, 56 winners e apenas 11 erros não-forçados, além de não ter perdido seu saque sequer uma vez, ainda mais que Murray só teve um break point.
Já o britânico encerrou a sua participação em Wimbledon com 12 aces, 35 winners e 17 erros não-forçados. Além disso, perdeu o seu saque em três do dez break points que Federer, sendo um deles em cada set.
No primeiro set, Murray resistiu até o 12º game, quando Federer converteu break point e venceu por 7/5. A situação se repetiria nos sets seguintes, com o suíço conseguindo a quebra de serviço sempre no game em que definiu a sua vitória - o 12º da segunda parcial e o décimo da terceira.