Natália Falavigna continua sem um patrocinador. Única medalhista olímpica do taekwondo brasileiro – bronze em Pequim, em 2008, na China – a paranaense revelou em reportagem do 'SportsCenter', da 'ESPN Brasil', está com dificuldades e se recusa a pagas as despesas de competições de seu próprio bolso.
"Eu gostaria de ter um apoio para poder pagar meu treinador, meu preparador físico, um nutricionista ou seja, uma equipe de treino. Não vou mais arcar com os custos de viagens pois não tenho como mais fazer isto", revelou a atleta. "Eu não me enquadro em nenhum critério e acabo ficando sem nenhuma bolsa ou apoio mais substancial. Atualmente tenho o Exercito e é o que hoje me mantem treinando", complementou.
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Há dois anos para a Olimpíada do Rio de Janeiro, a campeã mundial em 2005, espera um patrocinador para buscar uma medalha olimpíaca em seu país. "Os ícones da modalidade são descartáveis e isso é um absurdo. O brasileiro tem uma memória muito curta", enfatizou Walassi Oliver Aires.