A Red Bull vive hoje uma guerra com a Renault, fornecedora de motores da equipe. Depois de dominar a Fórmula 1 há alguns anos, com direito a quatro títulos conquistados pelo alemão Sebastian Vettel, a escuderia atualmente vem andando atrás de Mercedes, Williams, Ferrari e até da Sauber.
A escuderia não escondeu o descontentamento com a unidade de potência produzida pelos franceses. "Vai demorar para que a Renault entre na briga. Talvez o ano inteiro", reclamou Adrian Newey, projetista da Red Bull.
A insatisfação da equipe também é com a F-1. O chefe da Red Bull, Christian Horner, reconheceu que a empresa austríaca vai reavaliar seu investimento na categoria. "Vamos avaliar a situação novamente no verão (europeu), como acontece todo ano, olhar os ganhos e gastos. Se não ficarmos satisfeitos poderíamos contemplar uma saída. O perigo é se Mateschitz (dono da empresa) perder sua paixão pela F-1", admitiu Horner.