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Crise

Renault dispensa 63 funcionários da equipe de F1

Agência Estado
31 dez 1969 às 21:33
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A crise econômica mundial e seus desdobramentos continuam tendo efeito na Fórmuça 1. Depois de a Honda anunciar o fim de suas atividades na categoria, a bola da vez é a Renault. Nesta terça-feira, a equipe francesa revelou um plano de reestruturação. Resultado: 63 técnicos serão dispensados.

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O inglês Max Mosley, presidente da FIA, declarou no início do ano que "os tempos das escuderias com mil funcionários estão com os dias contados". O dirigente sabia que a suspensão dos testes durante o campeonato, definida para esta temporada, implicaria o corte de integrantes.

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O comunicado da Renault apontou o fim dos testes como a maior responsável pela revisão de funções. Mas há outro motivo: o principal patrocinador da escuderia, a financeira holandesa ING, informou na segunda-feira que vai se retirar da Fórmula 1 no fim de 2009.


"De nossa força de trabalho de 525 trabalhadores, as dispensas afetarão o grupo de testes e desenvolvimento aerodinâmico", diz a nota oficial da Renault. Outro aspecto importante das novas regras, e que pode implicar mais demissões, é a limitação nos experimentos em túnel de vento.

A Ferrari, atual campeã de Construtores, também já remanejou seu quadro de funcionários. A área de cessão de motores perdeu o contrato com a Force India, que passará a utilizar os motores Mercedes e tecnologia da McLaren. Mas, mesmo com a nova cliente, a equipe inglesa também deve fazer cortes. Como é a tendência de todas as outras da Fórmula 1.


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