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Sem oposição, Ary Graça é reeleito para a presidência da FIVB até 2024

Agência Estado
06 out 2016 às 13:17

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Reprodução

O brasileiro Ary Graça foi reeleito presidente da Federação Internacional de Voleibol (FIVB) para um mandato de oito anos. O dirigente não teve adversários na eleição realizada no final da noite de quarta-feira, em Buenos Aires, que foi palco do congresso anual da entidade.

O dirigente brasileiro foi eleito em 2012 para um primeiro mandato de quatro anos à frente do órgão gestor do vôlei no mundo, com sede em Lausanne, na Suíça. Agora vai dirigir a FIVB até 2024, após uma alteração nos estatutos da entidade para estipular um limite de dois mandatos, sendo que o primeiro de oito anos e o segundo de quatro. Para o brasileiro, a ordem foi inversa, uma vez que ele entrou para o comando da federação com um mandato inicial de quatro anos.

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Durante o congresso, ele se comprometeu a construir uma "era de ouro" de sucesso no vôlei. "O vôlei está, sem dúvida, em uma era de ouro de sucesso e é uma honra para mim ter a prestigiosa oportunidade de construir sobre este grande sucesso e levar nosso esporte para níveis ainda maiores", declarou, para depois repetir em seu discurso a estratégia de tentar transformar o vôlei no esporte da família.


"Não há limite para a evolução do vôlei, não há limite para o sucesso do esporte e não há limite para o número de pessoas ao redor do mundo que podem inspirar e eu prometo ajudar o vôlei a atingir seu enorme potencial. Obrigado à família global do vôlei por acreditar na minha visão, juntos faremos do vôlei o esporte de entretenimento número 1 das famílias no mundo", acrescentou.


A aposta de Ary Graça em tratar o vôlei como entretenimento foi vista mais claramente nos Jogos Olímpicos do Rio, quando as arenas, quase sempre lotadas, foram palco de grandes festas.

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Como presidente da entidade máxima do vôlei, Ary Graça ampliou o espaço de países de menor tradição no vôlei, aumentando o número de seleções participantes da Liga Mundial e do Grand Prix. Mas embora tenha comandado a CBV por 17 anos, sua gestão na FIVB é alvo de críticas e polêmicas envolvendo o vôlei brasileiro.


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