Em entrevista ao site americano 'MMA Fighting', Ross Goodman, advogado de Wanderlei Silva junto à Comissão Atlética de Nevada, admitiu que o lutador curitibano não fez o teste antidoping proposto pelo órgão pelo fato que estava usando uma substância proibida. O caso aconteceu no dia 24 de maio e, em seguida, foi vetado no UFC 175, que acontece no dia 5 de julho.
"Primeiramente, quero dizer que Wanderlei Silva já está lutando por mais de 20 anos, tem quase 50 lutas como profissional, e nunca falhou num exame antidoping. Ele estava tomando diuréticos para minimizar uma inflamação e reduzir a retenção de água. Agora ele sabe que deveria ter feito o teste antidoping. Ele ficou surpreso. Foi a primeira vez que aconteceu algo assim, de alguém aparecer em sua academia (para testá-lo) com ele fora de competição. Isso não nega ou minimiza o que o senhor Silva fez. Ele estava preocupado que os diuréticos fossem aparecer no exame e está aqui para se desculpar com a comissão", relatou Goodman.
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Mesmo após o julgamento, que aconteceu na terça-feira (17), o lutador ainda não recebeu nenhuma punição da Comissão de Nevada. Na ocasião, o 'Cachorro Louco' pediu para lutar na edição 175, porém, a entidade não se pronunciou a respeito.