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- Reprodução/Facebook/Mercedes
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Em 2016

Wolff promete maior duelo entre Hamilton e Rosberg para animar F1

Agência Estado
27 dez 2015 às 13:43
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O chefe da Mercedes, Toto Wolff, admitiu neste domingo que o domínio da equipe está deixando a Fórmula 1 "chata". Mas acredita ter a solução para este problema. Na temporada 2016, ele pretende dar maior liberdade para as disputas entre o inglês Lewis Hamilton e o alemão Nico Rosberg na pista.

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"Nosso domínio é ruim para a Fórmula 1. Deixa as corridas chatas", reconheceu Wolff, em entrevista ao jornal britânico Daily Mail. "Torna previsível os resultados. O esporte precisa de múltiplos campeões, precisa dos resultados inesperados, do azarão. No momento em que você se torna dominante, você sofre e sua marca sofre. Você se torna o lado negro da força", afirmou, em uma brincadeira com o filme "Star Wars".


O chefe da Mercedes cita a Red Bull para fazer um alerta a sua própria equipe. "Depois de vencer quatro títulos consecutivos, eles desenvolveram nas pessoas uma certa antipatia pela marca. Ninguém quer o 'establishment'", argumentou.


Para Wolff, a única solução possível para a Mercedes é deixar Hamilton e Rosberg duelaram com mais liberdade. Assim, a equipe manteria o domínio e os fãs da F1 poderiam ter uma boa disputa na pista. O confronto direto, no entanto, poderia tirar pontos do time no Mundial de Construtores e trazer maior atrito dentro da Mercedes.


Wolff não esconde a preocupação com esta "solução". "Tivemos um ano mais relaxado, deixamos eles lutar na pista, mas isso poderá ter uma nova dimensão na próxima temporada. Quero conter isso. Não quero briga confronto do time. Eu gostaria que os boxeadores lutassem, sem envolver os técnicos, fisioterapeutas e todos ao redor do ringue", comparou.

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"Eu gostaria que eles se comportassem como boxeadores, que lutam duro no ringue, mas depois da luta, se comportam como esportistas e abraçam o inimigo. Aí está o dilema. É fácil na teoria", afirmou o dirigente, que já precisou ter diversas reuniões com os pilotos para amenizar as hostilidades e manter o bom clima na equipe nas últimas duas temporadas da F1.


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