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Psicologia no vestibular

O equilíbrio necessário

Ana Setti - Especial para a Folha
06 set 2010 às 14:03
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‘O jovem fez a sua parte, deu o seu máximo para chegar até aqui. Agora é hora de se tranquilizar’, recomenda Celi Lovato, supervisora pedagógica do Colégio Maxi, com base em 16 anos de acompanhamento de alunos que concluem a fase regular de estudos e se preparam para enfrentar o vestibular.

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Não é o momento de acelerar nada. Ao contrário, o jovem deve manter o ritmo de estudo que vem seguindo, a atividade física a que está acostumado, a alimentação adequada e o lazer. ‘É hora de se organizar’, ressalta Celi. Nesse sentido, e sempre buscando o equilíbrio, para não se estressar, duas a três semanas antes do vestibular, o jovem pode começar a revisão de estudos para a primeira fase da prova. ‘Com certeza’, comenta, ‘os conhecimentos relativos diretamente à sua área de interesse não são motivo de preocupação. Assim, deve focar a revisão em suas dificuldades, naqueles assuntos sobre os quais não tem tanto domínio’.

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Você não está sozinho


A família, como explica a supervisora pedagógica, pode ajudar muito a amenizar a tensão desse período. ‘Vale lembrar’, reforça, ‘que este é só um momento e, como tudo na vida, vai passar’.

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Importante, como forma de apoio, é dar aos filhos o direito de ter medo. ‘É a hora de acolher’, esclarece. Os pais, que são os adultos da relação, devem evitar misturar, nas conversas com os filhos, os próprios receios, oferecendo assim a segurança de que tanto precisam para equilibrar seus sentimentos.


Por outro lado, a possibilidade de decepcionar os pais, caso o resultado não seja aquele esperado, costuma ser uma das maiores preocupações dos filhos nessa fase. Nem sempre, contudo, conseguem expressar essa percepção para a família. Vale, então, assegurar ao jovem, como sugere Celi, que ‘seja qual for o resultado, estaremos ao seu lado’.

Por mais amorosos, carinhosos e protetores que sejam os pais, no entanto, não há como poupar os filhos do enfrentamento dessa etapa. Como diz a supervisora pedagógica, ‘são eles que vão passar por isso, é o jovem batalhando por seu sonho’. Mas se trata de uma grande experiência de vida e, sob essa perspectiva, de acordo com Celi, ‘tudo o que dela resultar se traduzirá em crescimento pessoal’.


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