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Lucio Flávio

21 dez 2015 às 13:30
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LEC na CBF
Com a volta à série B, o Londrina ganhou novamente direito a voto nas eleições da CBF. E seguindo a maioria dos clubes brasileiros votou pela escolha do coronel Antônio Carlos Nunes para o cargo de vice-presidente da entidade. Mesma coisa fez a Federação Paranaense. Com a iminente renúncia de Marco Polo Del Nero, logo logo o coronel assume a presidência. É difícil ir contra a maré, principalmente no caso do LEC, mas não dá para entender o motivo dos clubes permitirem que a turma de Teixeira, Marin e Del Nero siga intocável no comando.

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Mesmice
Com a entrada do coronel da reserva, a CBF não mudará em absolutamente nada. Aliás, a sua eleição de forma urgente é justamente para isso. Del Nero renuncia, mas continua mandando. Coronel Nunes é presidente da Federação Paraense há 24 anos e sempre fez parte da trupe do trio, todos denunciados e investigados pela justiça americana por corrupção e formação de quadrilha. Depois não adianta reclamar que os clubes estão falidos, que os campeonatos são deficitários, que o 7 a 1 foi um acaso. Quer saber, o futebol brasileiro tem os dirigentes que merece.

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Falido
Poucos clubes e federações tiveram coragem de ir contra este sistema falido que gere o futebol do país. Dos 55 votantes, 67 estavam aptos a votar, apenas três clubes foram contra a eleição do Coronel: Avaí, Figueirense e Chapecoense. Outras cinco entidades se abstiveram de votar: as federações da Bahia, Santa Catarina e Alagoas, além do CRB e do Bahia Esporte Clube. Houve três votos em branco, que não foram revelados pela CBF. Alguns clubes nem apareceram para a eleição como o Flamengo, Corinthians, Atlético-MG, Cruzeiro e Atlético-PR. Coronel Nunes foi eleito com 44 votos.


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