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- Walkiria Vieira
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Minha história - O lanche nosso de cada dia

Walkiria Vieira
NOSSODIA
10 mar 2016 às 10:03
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Todas as manhãs, zona norte e zona sul se encontram no centro de Londrina. É quando Daiana Cristina da Silva, 36 anos, e a sobrinha Marcela Barbosa de Matos, 31, montam o carrinho de lanches na rua Sergipe, esquina com Rio de Janeiro. Ao todo, são duas décadas de funcionamento e tudo começou quando seu José, pai de Daiana, mudou-se de Assaí para Londrina. "Ele trabalhava na roça e as coisas não iam bem, conseguiu um ponto e veio. O primeiro foi na Duque com a Sergipe, depois ficamos muito tempo na frente do Museu e depois do tombamento, aqui", conta Daiana. Desde os 11 anos, a menina faz lanches. "Aprendi tudo com meu pai." No espaço que possuem, a organização dita as regras. Também precisa ter agilidade tanto para fazer o lanche como atender o freguês. O que não precisa é abordar quem passa. "Ainda bem porque a gente é da roça, simples e isso ia ser muito difícil de fazer." Enquanto a calabresa o bacon estão na chapa, quem passa suspira e elogia. Os comerciários engrossam o coro e no sanduíche que leva pão, salsicha, bacon, calabresa, alface e molho, o segredo, segundo as ambulantes, está no preparo do bacon e da salsicha. Dificuldades como chuva, vento e frio, são superadas com a dedicação. No começo do mês, são em média 100 lanches diários, nos outros dias, cai para 80, e todos os dias há quem coma e pensa para embalar um levar para casa.

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