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Quase uma cachoeira - Milhares de litros de água jogados fora

Walkiria Vieira
NOSSODIA
17 mar 2016 às 09:25
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Bem que parecia, mas não era uma fonte intermitente, nem uma cachoeira em pleno centro da cidade. A queda-d’água que durou três dias no coração de Londrina vinha da agência central dos Correios. Uma moradora próxima, vizinha ao prédio dos Correios, fez o alerta, mas preferiu não se identificar. "É triste", resumiu a leitora – que também enviou um vídeo e fotos comprovando o desperdício. De acordo com o gerente da Agência Centro dos Correios, Claudio Pereira da Silva, de fato o vazamento começou na sexta e durou até segunda feira. "Temos um guarda que passa a noite de vigia, mas ele fica no térreo e não tem como ver. Já os moradores dos prédios conseguem ver e foi bom que avisaram. Na segunda, uma senhora ligou aqui avisando e foi bom que ela tenha feito isso." Ainda de acordo com Silva, o problema foi resolvido na segunda de manhã. "Chamamos a empresa de manutenção e constataram que era a boia da caixa-d’água." Sobre a próxima fatura a ser paga, Silva admite: "É. Vai vir alta. E por ser um prédio público, as pessoas ficam bravas mesmo", disse. A vizinha informou ainda que essa não é a primeira vez que isso acontece. "Infelizmente não é a primeira vez. E o que chamam de vigilante, é um cochilante. Quem paga essa conta, né?, indagou a leitora.

Sanepar alerta para desperdícios
De acordo com o Gerente Geral da Sanepar, região Nordeste, Sergio Bahls, os consumidores, de empresas ou em suas casas, precisam ficar atentos. "É importante ter controle de consumo e quando há vazamento como nesse caso, a água cai em algum lugar, então é possível visualizar." Além disso, Balhs reforçou sobre a necessidade de evitar perdas. "Devemos reduzir a perda no nível global e em Londrina isso não pode ser diferente. É uma questão cultural e há casos em que o consumidor reclama da conta, da Sanepar e do valor cobrado, sem se atentar ao desperdício. Três dias de vazamento é um absurdo. Para se ter uma ideia, numa tubulação de 3/4, em 24 horas, a perda pode variar de 16 a 35 mil litros", explicou.(W.V.)


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