10/12/19
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Em 2019

Quatro pessoas já morreram no trânsito em Londrina

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Em pouco mais de uma semana, Londrina registrou quatro mortes no trânsito. Depois de um início de ano tranquilo, o primeiro óbito veio na sexta-feira (6), quando Vinicius do Nascimento Ferreira, de 19 anos, que estava a bordo de uma Honda CB 300, tentou uma ultrapassagem pela faixa da esquerda e acabou batendo na lateral de um caminhão-guincho Volvo e parando debaixo de uma das rodas. Vinicius morreu na hora. A sua carteira de motorista ainda estava na etapa de permissão.

A segunda ocorrência foi um atropelamento registrado no fim da tarde da última segunda-feira (7), na avenida Maringá. Marlene Vicentini, de 76 anos, saía de uma padaria, atravessando em uma faixa de pedestres, quando uma motocicleta a atingiu em cheio. Marlene teve múltiplas fraturas e foi encaminhada ainda com vida para a Santa Casa, mas morreu na madrugada de terça (8).

No mesmo dia, outras duas mortes foram registradas: logo pela tarde, Guilherme Marçal Diniz, de 20 anos, morreu na hora depois de bater contra a traseira de um caminhão na PR-445, sentido Londrina-Cambé, próximo ao Iapar. O velocímetro da Honda CG Titan 150 que Gabriel conduzia parou em 120 km/h. Imagens das câmeras de estabelecimentos próximos mostram que a vítima estava disputando um "racha" com outra motocicleta. As imagens também mostram que Gabriel estava praticamente deitado na motocicleta, para pegar menos vácuo e manter a alta velocidade. O nome do outro motociclista não foi divulgado.

A quarta e última morte nas vias de Londrina teve como palco a avenida Duque de Caxias, esquina com a rua Venezuela, na Vila Brasil. Ancelmo Ramires, de 78 anos, foi atropelado por Daniel Luis Gonçalves, de apenas 20, que estava a bordo de uma Honda CB 300. Daniel foi levado à UPA do Jardim do Som com suspeita de fratura no nariz. No caso de Ancelmo, equipes do Siate e Samu ainda tentaram reanimar a vítima por quase uma hora, mas ele morreu dentro da ambulância devido às complicações pelas fraturas na costela esquerda e trauma na região do tórax.

A reportagem do NOSSODIA tentou contato com o Diretor de Trânsito da CMTU (Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização), Coronel Pedro Ramos, mas foi informada pela assessoria de imprensa da Companhia de que ele não se pronunciaria sobre os casos.
Edson Neves/NOSSODIA
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