12/04/21
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Abóbora e cambuquira

Três vezes abóbora



As sementes secas sempre estavam no embornal.

O serviço era diverso; um dia uma roçada, outro uma derrubada, e assim dia após dia, capinas, plantios, colheitas, desbrotas e muitos outros afazeres da lida na roça.

Ao fim da empreitada com o sol querendo se esconder, a mão calejada de enxada remexe o embornal e apanha algumas sementes.
O local já estava determinado, terra fresca, úmida e fértil.
A enxada bate firme e a terra se abre para fazer germinar meia dúzia de pequenos óvulos já fecundados.
Aqui a necessidade é a mãe da obrigação. Plantar para colher.
Alguns dias de sol, noites serenadas, chuvas e pronto.
As ramas se espalharam pelo terreno com vigor intenso fazendo um enorme tapete de folhas largas e verdes. Começa a fartura.
A primeira coleta é dos brotos que vigorosos apontam para o céu, acontece então uma desbrota parcial. Na panela é cambuquira.
Dos brotos deixados nasce uma flor laranja que enfeita o tapete verde. Na panela "Fiori di zucca".
Mais um tempo e escondidas sob a folhagem, deitadas no solo pelo próprio peso as abóboras vão sendo colhidas nos mais diversos pontos, de verdes até secas.
Incrível, de uma cova um caminhão de abóboras.
Variados preparos, diferentes temperos, sal ou açúcar.
Na panela é abóbora.

Clique aqui e confira a receita!


Chef Taico
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