26/07/21
PUBLICIDADE
Proteja seu animal!

Entenda a raiva, doença que não tem cura e pode levar o pet à morte

Reprodução/Pixabay
Reprodução/Pixabay


Muito se fala sobre os perigos da raiva canina. Contudo, você sabe como essa doença afeta os animais? A raiva é uma zoonose infecciosa aguda que atinge os mamíferos, comprometendo o sistema nervoso central.

Os principais transmissores da doença são morcegos, guaxinins, gambás e macacos, que contaminam os cães de forma acidental.

"O contágio ocorre por meio da troca de secreções, contato sanguíneo ou mordida. Como a doença causa agressividade, a mordida é a principal forma dos animais infectados passarem o vírus adiante. Porém, se o pet tiver um ferimento na pele e entrar em contato com secreções contaminadas ele também pode se infectar”, explica Claudio Rossi, médico-veterinário e gerente técnico da unidade de oets da Ceva Saúde Animal.

O vírus age primeiro no sistema periférico do cão, ou seja, no local da mordida. Depois, ele se replica pelo organismo até atingir o cérebro, causando uma série de reações neurológicas.

A salivação excessiva, comumente associada a raiva canina é apenas um dos sinais apresentados pelo pet. Os primeiros sintomas da doença aparecem cerca de três a seis semanas após o contágio.

A evolução do quadro clínico se divide em dois estágios, popularmente conhecidos como raiva furiosa e raiva paralítica.

"Na primeira fase, os animais apresentam alterações comportamentais, como medo, excitação, depressão e, principalmente, agressividade, que é um dos sintomas mais comuns da patologia. Essa fase dura em média quatro dias. Após esse período, os sintomas neurológicos se acentuam. O cão pode apresentar dificuldade de engolir, salivação excessiva, falta de coordenação nos membros e paralisa. Os sintomas da doença se apresentam de forma lenta e progressiva, mas são inevitavelmente fatais”, detalha Claudio.

A raiva canina não tem cura, apenas tratamento para a enfermidade em humanos e as chances de cura são mínimas com muitas sequelas neurológicas.

Por isso, a vacinação é a única forma de manter os animais protegidos. No caso dos filhotes, é indicada a vacinação contra a raiva a partir do quarto mês de vida. Depois, será necessário imunizar o animal anualmente, junto com as demais vacinas indicadas pelo médico-veterinário.

Quem adotou um pet adulto e não sabe seu histórico de imunização também deve procurar orientação de um profissional para deixá-lo protegido.

"É importante reforçar que a revacinação anual deve ser realizada dentro do prazo indicado pelo médico-veterinário. Atrasar ou não realizar a imunização do pet o deixará vulnerável para o contágio pelo vírus da raiva” finaliza Claudio.
Redação Bonde com Assessoria de Imprensa
Continue lendo
Cuidados básicos

Confira seis medidas para manter seu pet aquecido nos dias frios

23 JUL 2021 às 15h30
Fique atento

Saiba quais são as principais doenças gastrointestinais em pets

22 JUL 2021 às 16h50
Veja os vídeos!

Conheça Chowder, um buldogue arteiro que ama andar de skate

21 JUL 2021 às 16h19
Alimentação

Será que posso dar carne crua para meu pet? Descubra já

20 JUL 2021 às 15h13
Saúde animal

Vacinas necessárias para os cães e principais dúvidas

19 JUL 2021 às 16h25
Gratuito!

Sema disponibiliza cartilha com orientações de cuidados aos animais

16 JUL 2021 às 15h00
Veja mais e a capa do canal
JORNAIS
Folha de Londrina
TELEVISÃO
MultiTV Cidades
OUTRAS EMPRESAS
Grafipress
RSS - Resolução máxima 1024x728 - () - Bonde - Todos os direitos reservados