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Grupamento Ambiental captura gato-maracajá em Arapongas

O GDA (Grupamento de Defesa Ambiental) de Arapongas, em conjunto com a Seaspma (Secretaria de Agricultura, Serviços Públicos e Meio Ambiente) realizou nesta segunda-feira (9) a captura de um gato-maracajá (Leopardus wiedii), um gato selvagem da fauna brasileira, no pavilhão do Centro de Eventos Expoara, situado no Parque Industrial II.

Divulgação
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"Após avaliação das condições do local e do animal, foi efetuada a captura e encaminhamento para local adequado, sendo o animal reintroduzido na natureza, em seu habitat natural. Felizmente, o animal foi capturado sem qualquer tipo de ferimento", afirmou Emerson Alves, GM (Guarda Municipal) e coordenador do GDA.

Em casos de situações de identificação de animais silvestres, maus-tratos contra animais, irregularidades ambientais, inibição de práticas irregulares ou para sanar dúvidas e orientações a população pode entrar em contato por meio dos telefones (43) 3902-1194 e 153 da GM.

Curiosidades - Gato-maracajá (Leopardus wiedii)

Nome/s comum em Português: Gato-maracajá, Gato-peludo

Comprimento do corpo (cm): 55 (47-72) a Cauda (cm): 39 (30-49) a
Dieta: Carnívora
Peso (kg): 3 (2-5) a Altura (cm): Área de vida (km2): (1-20)b
Número de filhotes: 1(1-2) a Gestação (dias): 81-84 a
Longevidade (anos): 20 (máx) a
Estrutura social: Solitários
Padrão de atividade: Noturno

Descrição Física

Tem a pelagem muito parecida com a da jaguatirica e do gato-do-mato-pequeno, com coloração amarelo-dourada com rosetas escuras dispostas principalmente nas laterais do corpo. No dorso as rosetas se fundem formando listras que vão do topo dos olhos à base da cauda.

Ecologia e Habitat

Tem ampla distribuição estendendo-se desde o norte do México até o Uruguai e norte da Argentina. No entanto, eles estão raros onde ocorrem e dependem de habitats florestais com dossel fechado (Payan et al. 2008).

É um animal pouco estudado, com poucas informações sobre sua ecologia e características sociais. Estudos têm demonstrado hábitos essencialmente noturnos.

Comem uma grande variedade de presas de vertebrados (mamíferos, aves, répteis e anfíbios), porém os principais itens de sua dieta são pequenos roedores arborícolas, seguido por pequenas aves (Rocha-Mendes & Bianconi 2009; Wang 2002; de Oliveira, 1998).

Ameaças e Conservação

A destruição das florestas é a principal ameaça para essa espécie (Payan et al. 2008). Além disso, o pequeno conhecimento sobre a biologia desta espécie, limita a possibilidade de estratégias de conservação eficazes. É classificado pela IUCN (União Internacional para Conservação da Natureza) como espécie "Quase ameaçada” e, pelo IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), como ameaçada de extinção.
Redação Bonde com Assessoria de Imprensa
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