19/06/21
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Não há tratamento

Rio tem primeiro caso de raiva animal após 20 anos; saiba os sintomas

Pixabay
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Um cachorro morreu no último dia 6 após contrair raiva na Baixada Fluminense. Exames que comprovaram a doença foram divulgados pelo Laboratório Municipal de Saúde Pública do Rio.

O cachorro, um vira-lata de um ano, teve contato com um morcego no dia 26 de março e levou alguns dias para apresentar os sintomas.

De acordo com a Agência Brasil, o caso foi encaminhado para análise por um veterinário de Duque de Caxias, que atendeu o animal.

A vacinação anual do pet é a única forma de prevenção e controle da doença, que é letal e pode ser transmitida aos humanos.

Animais de bairros vizinhos ao local onde vivia o cachorro deverão ser imunizados. A Prefeitura de Duque de Caxias informou por meio de nota que o caso foi registrado em área já pertencente ao município de Belford Roxo.

No estado, o último caso de raiva em animais havia sido registrado em 2001. Na cidade do Rio, o último caso canino é de 1995.

Em meio ao novo registro, o CRMV-RJ (Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio) diz que falta vacina antirrábica no estado.

O conselho informou ter encaminhado ofícios para o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal e para a Coordenação de Fiscalização de Produtos Veterinários solicitando informações sobre o desabastecimento da vacina antirrábica no estado, "bem como quanto à previsão de normalização do fornecimento do referido insumo".

O que é a raiva

A raiva é transmitida por mordida, arranhão ou lambedura de mamíferos e afeta o sistema nervoso central. Após o surgimento dos sintomas, não há tratamento para os animais. Nos humanos, a letalidade é próxima de 100%.

Se o bichinho caçar um morcego doente ou for agredido por outro animal infectado, conviverá por semanas sem sintomas, na mesma rotina de carinhos e lambidas, e deixará a família em perigo.

O período de incubação varia entre alguns dias a meses. Os sintomas dependem do estágio da doença. Incluem mudança de comportamento, desorientação, convulsões, salivação excessiva.

Nos humanos, pode ocorrer febre, tontura, dor de cabeça, mal estar, formigamento, pontadas ou sensação de queimação no local da mordida. Com o avanço, provocará dificuldade para deglutir, desidratação, paralisia e convulsão até evoluir para coma e morte.

O tutor deve procurar imediata ajuda do veterinário caso flagre seu pet com um morcego, presencie ataque de animal desconhecido ou não vacinado ou perceba que seu bichinho tem ferimentos de causa não identificada. Mesmo que ele já seja vacinado, o profissional avaliará o tratamento preventiva contra a raiva, antes do possível surgimento dos sintomas.
Folhapress
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