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Pandemia

Brasil registra 643 mortes por Covid em 24 h e chega a 596 mil óbitos

30 set 2021 às 09:01
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 O Brasil registrou 643 mortes por Covid e 16.405 casos da doença, nesta quarta-feira (29). Com isso, o país chegou a 596.163 vidas perdidas e a 21.397.798 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2.

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O Ceará não divulgou dados da pandemia, nesta quarta.

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As médias móveis de mortes e casos estão em estabilidade. A média de óbitos chegou a 539 vidas perdidas por dia e a de infecções é de 16.380 por dia.


Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

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Os dados da vacinação contra a Covid-19, também coletados pelo consórcio, foram atualizados em 25 estados e no Distrito Federal.


O Brasil registrou 1.564.166 doses de vacinas contra Covid-19, nesta quarta. De acordo com dados das secretarias estaduais de Saúde, foram 461.447 primeiras doses e 1.031.245 segundas. Também foram registradas 437 doses únicas e 71.037 doses de reforço.


Ao todo, 145.989.521 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil –85.803.098 delas já receberam a segunda dose do imunizante.


Somadas as doses únicas da vacina da Janssen contra a Covid, já são 89.995.594 pessoas com esquema vacinal completo no país.


Com isso, 92,65% da população com mais de 18 anos já recebeu ao menos uma dose (nesse caso, a 1ª dose de alguma vacina ou o imunizante de dose única) e 55,52% (também com mais de 18 anos) recebeu as duas doses recebidas ou a dose única da Janssen.


Mesmo quem completou o esquema vacinal com as duas doses deve manter cuidados básicos, como uso de máscara e distanciamento social, afirmam especialistas.


A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

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