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Evitar o agravamento

Ministério muda estratégia e orienta buscar médico aos primeiros sintomas de Covid-19

O Ministério da Saúde mudou sua estratégia e passou a recomendar nesta quinta (9) que pacientes procurem atendimento médico ao sentir qualquer um dos sintomas da Covid-19, mesmo aqueles considerados leves.

Rovena Rosa/Agência Brasil
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Antes, a orientação era a de que quem tivesse os sintomas mais brandos ficassem em casa e procurasse auxílio apenas em caso de efeitos mais graves, atribuíveis à doença, como falta de ar. Além desta última, entre as manifestações mais recorrentes da doença, estão febre, tosse, cansaço, dor no corpo e mal-estar, dor de garganta, dor de cabeça e, em alguns casos, espirro, coriza e diarreia

Segundo o secretário-executivo da pasta, Elcio Franco, as evidências no Brasil e no mundo mostraram que, quando se busca o atendimento numa fase inicial da doença, é possível evitar o agravamento.

"O Ministério da Saúde adotou uma nova orientação de casos de Covid-19, mudando a estratégia do 'fique em casa' para 'em casos de sintoma, procure um profissional de saúde', mesmo que seja sintoma leve", disse, em entrevista coletiva nesta quinta (9).

Ele acrescentou ainda que a nova diretriz busca evitar mortes e o agravamento da doença, que, consequentemente, compromete a estrutura de atendimento.

Elcio argumentou que o paciente, ao aguardar em casa, tem chegado ao hospital em quadros clínicos mais graves e isso dificulta a reversão da doença. Reportagem da Folha de S.Paulo publicada na terça (7) mostrou um salto de 53% nas mortes naturais ocorridas em casa entre 15 de março e 13 de junho.

"O tratamento precoce tem uma resposta mais assertiva, evitando piora, evitando necessidade de respiradores", disse.

O secretário ressaltou que o SUS (Sistema Único de Saúde) está preparado para receber os pacientes. "Foram criados os centros de triagem, os centros comunitários. Estamos reforçando toda a estrutura de atenção primária com médicos contratados pelo programa Mais Médicos. Isso foi feito para que a população pudesse procurar atendimento precoce."
Raquel Lopes - Folhapress
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