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Pandemia

Brasil registra 473 mortes por Covid em 24 h e mais de 18 mil casos

Folhapress
03 ago 2021 às 08:18
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O Brasil registrou 473 mortes por Covid-19 e 18.247 casos da doença, nesta segunda-feira (2). Com isso, o país chegou a 557.359 óbitos e a 19.953.379 pessoas infectadas desde o início da pandemia.

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A média móvel de mortes foi de 968 nesta segunda, é o terceiro dia seguido que o Brasil não ultrapassa a marca de 1.000 óbitos. Desde 20 de janeiro, o país registrava mortes acima dessa marca. Foram 191 dias seguidos acima dessa faixa, nesse período mais de 344 mil brasileiros morreram de Covid-19.

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A média móvel de óbitos registrada nesta segunda é 21% menor em relação ao dado de duas semanas atrás.


A média é um instrumento estatístico que busca amenizar grandes variações nos dados, como costumam ocorrer em finais de semana e feriados. Ela é calculada pela soma do número de mortes dos últimos sete dias e a divisão do resultado por sete.

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Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.


Nesta segunda, todas as unidades da federação atualizaram os dados de mortes e casos pela doença. Apenas Roraima não registrou mortes por causa do coronavírus nas últimas 24 horas.


Os dados da vacinação contra a Covid-19, também coletados pelo consórcio, foram atualizados em 24 estados e no Distrito Federal.


Ao todo, 101.551.524 pessoas no país foram vacinadas com a primeira dose e 42.122.692 já estão com a imunização completa -receberam as duas doses ou a aplicação única da Janssen.


Mesmo quem completou o esquema vacinal com as duas doses deve manter cuidados básicos, como uso de máscara de máscara e distanciamento social, afirmam especialistas.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.


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