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Londrina registra novo caso de dengue com sinal de alarme

Redação Bonde com Assessoria de Imprensa
15 out 2019 às 15:52

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Pixabay
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O boletim epidemiológico semanal divulgado nesta terça-feira (15) pela Secretaria da Saúde do Paraná registra 682 casos confirmados de dengue no Estado. O aumento em relação ao informe anterior é de 14,43%; com 86 casos a mais que na semana passada.

226 municípios do Paraná apresentam notificações para a doença e 108 têm casos confirmados.


O município de Londrina mostrou nesta semana um caso de dengue com sinal de alarme. Nesta fase, o paciente apresenta sintomas como dores abdominais fortes e contínuas, vômitos persistentes e acúmulo de líquido no corpo, sinalizando que pode evoluir para a forma grave . Estes sinais ocorrem, geralmente, entre o 3º e 5º dia da doença.


Foz do Iguaçu teve 2 casos de dengue grave. Neste tipo de dengue, além dos sintomas clássicos, como febre e dores no corpo, os pacientes necessitam de maiores cuidados em leitos de observação ou internação. A dengue grave apresenta sintomas como sangramentos, palidez, sudorese, dificuldade de respirar e comprometimento de alguns órgãos.


Dois municípios seguem em situação de epidemia: Santa Isabel do Ivaí, com 35 casos autóctones (as pessoas contraíram a doença na cidade onde moram), e Inajá, com 16 casos também autóctones.


Além disso, doze municípios seguem em situação de alerta; Uniflor e Quinta do Sol entraram para a relação nesta semana. Os outros dez que estão sem alerta são: Lindoeste, Juranda, Nova Cantu, Douradina, Indianópolis, São Carlos do Ivaí, Floraí, Flórida, Florestópolis e Uraí.


O Paraná totaliza 5.972 notificações para a dengue.


"O Governo do Estado pede a atenção de toda a população para dengue; reforçamos semanalmente, junto com o boletim, a orientação para que todos verifiquem os recipientes que acumulam água parada em seus quintais e residências. Estes locais são propícios à formação de novos criadouros e da proliferação do mosquito transmissor da doença e, na próxima estação, com os dias ainda mais quentes, abafados e chuvosos, os casos de dengue podem aumentar ainda mais. Precisamos eliminar urgentemente os criadouros para evitarmos a dengue; está é uma missão de todos nós”, afirma o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.


No Estado, quase 80% dos criadouros estão nos imóveis residenciais e comerciais. "A mudança comportamental da população em relação à remoção dos criadouros é fundamental sempre e mais ainda neste momento que antecede o verão e favorece o desenvolvimento do vetor”, complementa a coordenadora de Vigilância Ambiental da Sesa, Ivana Belmonte.


Os criadouros se formam em todo recipiente que acumula água parada como: pratos de vasos de plantas, lixeiras dentro e fora de casa, coletor de água e do ar condicionado, ralos, lajes, calhas e pneus velhos, entre outros.


Dengue -

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A dengue é atualmente a arbovirose mais prevalente no país. É transmitida pela picada do mosquito "Aedes aegypti” e apresenta como principais sintomas: febre alta com início súbito, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, náuseas e vômitos e dores nos ossos e articulações.


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