Pesquisadores dos Estados Unidos estão desenvolvendo um material gelatinoso, pegajoso e elástico, para ser utilizado como curativo no futuro. Além de proteger os machucados, poderá ser utilizado para liberar medicamentos na região quando necessário.
De acordo com os pesquisadores, o curativo é produzido a partir de um composto aquoso com biopolímeros, bastante flexível, podendo ser esticado de maneira que se "encaixe" no local. Isso torna o curativo prático até mesmo para locais com grande movimentação, como joelhos e cotovelos. Além disso, eletrônicos pequenos, como chips e sensores, podem ser incorporados ao material, assim como reservatórios com medicamentos.
Receba nossas notícias NO CELULAR
WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp.Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.
Xuanhe Zhao, pesquisador do departamento de engenharia mecânica do MIT e um dos desenvolvedores do projeto, afirmou que a ideia surgiu enquanto ele pensava em uma forma de associar materiais eletrônicos – geralmente duros, secos e pouco maleáveis – à maciez e umidade do corpo humano, de forma que os dispositivos eletrônicos pudessem ser ajustados às características do nosso corpo.E
m um paciente com uma parte do braço queimada, por exemplo, o curativo funcionaria da seguinte forma: além da proteção, um sensor de temperatura incorporado ao curativo, identificaria a todo o momento a temperatura da região. Caso a temperatura aumentasse, o curativo automaticamente liberaria uma quantidade pré-estabelecida de algum medicamento para baixar a temperatura e diminuir a dor local. Além disso, em horários determinados, o curativo liberaria também medicamentos para auxiliar na cura do ferimento e na reposição de pele.
(com informações do site Biologia Total)