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Novas remessas esgotaram

Vacinação contra Covid está suspensa em três capitais

Folhapress
30 jul 2021 às 09:46
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Depois de nove capitais terem interrompido a aplicação da primeira dose de vacina contra a Covid-19, novos lotes recebidos pelos estados permitiram retomada na campanha em seis delas -Belém, Natal, Curitiba, Vitória, Maceió e Campo Grande.

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As novas remessas, porém, não foram suficientes, e nesta quinta não houve aplicações em São Luís, João Pessoa e Florianópolis.

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Na capital maranhense, a aplicação da primeira dose será retomada nesta sexta (30) para adolescentes sem comorbidades a partir de 14 anos.


Em João Pessoa, a aplicação da primeira dose havia sido retomada na quarta, mas parou de novo nesta quinta.
Florianópolis, que ficou uma semana sem aplicar a primeira dose para outros públicos, chegou a receber vacinas do Ministério da Saúde, mas a quantidade não foi suficiente para ampliar a faixa etária de atendimento, segundo a prefeitura. Assim, a administração está promovendo apenas repescagem de vacinação dos grupos já contemplados.

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Nesta sexta, não haverá aplicação de primeira dose em João Pessoa, Florianópolis e Salvador.


A capital baiana, que estava sem aplicar vacinas de primeira dose desde sexta-feira (23), retomou a imunização nesta quarta-feira (28) de pessoas com 34 e 33 anos. A quantidade de vacinas, contudo, foi suficiente apenas para dois dias.


Nesta quinta-feira (29), o prefeito Bruno Reis anunciou nova suspensão da aplicação de primeiras doses com o fim dos lotes enviado pelo Ministério da Saúde nesta semana. Ao todo, chegaram 39 mil doses, sendo 26 mil de Coronavac e 13 mil da Pfizer.


Novos lotes de primeiras doses devem chegar apenas na próxima semana. Com isso, a partir de sexta-feira (30) a vacinação será apenas de segunda dose.


Além da falta de continuidade no fluxo de envio de primeiras doses, o secretário de Saúde de Salvador, Leonardo Prates, critica a falta de flexibilidade nas normas no Ministério da Saúde.


Em comunicado nesta terça-feira (28), o Ministério da Saúde informou estados e municípios "devem seguir, rigorosamente, as definições do Programa Nacional de Imunizações quanto aos intervalos entre as doses e demais recomendações técnicas, sob pena de responsabilidade futura".


"A gente apela para a revisão desses pontos que dificultam a operação do sistema de saúde e geram uma sobrecarga no estoque de segundas doses. A nossa luta é para não ter doses paradas", afirma Prates.


A prefeitura de Salvador aplicou 76% das segundas doses recebidas. Atualmente, possui cerca de 147 mil segundas doses em estoque, aguardando o prazo previsto pelo Ministério da Saúde para a sua aplicação.


São Luís está apenas com aplicação de segunda dose sendo realizada desde quarta-feira, enquanto aguarda a distribuição de novas doses. Depois de avançar na imunização para pessoas até 18 anos ainda em junho, a capital do Maranhão abriu a vacinação para adolescentes, chegando até a faixa de 15 anos.


Foram feitas ainda repescagens para idades que já haviam sido contempladas -na terça, estavam sendo chamadas novamente pessoas a partir de 25 anos. A prefeitura já abriu cadastro para adolescentes a partir de 12 anos.


Curitiba, que estava com aplicação de primeira dose suspensa desde terça-feira (27), avançou um grupo etário nesta quinta-feira (29). A prefeitura, no entanto, mudou a metodologia de chamamento, passando a anunciar o ano de nascimento ao invés da idade do público-alvo.


Nesta quinta, foram chamados os nascidos em 1985, o que inclui pessoas de 36 e 35 anos. A mudança rendeu reclamações e elogios nas redes sociais da prefeitura. Alguns destacaram o fato de o grupo de pessoas com 36 anos ter agora uma terceira chance de se vacinar, já que foram chamados anteriormente por dois dias.


A prefeitura afirmou que a mudança serve para organizar melhor o fluxo nos pontos de vacinação e garantir o atendimento por ordem decrescente de idade, principalmente quando houver necessidade de convocar apenas metade de uma faixa etária.

Na sexta-feira (29), a administração anunciou que só realizará repescagem de aplicação de primeira dose em pessoas acima de 46 anos, gestantes e puérperas, já que as doses disponíveis não são suficientes para ampliar o público-alvo.


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