01/10/20
Janeiro Branco

15 sinais para identificar uma pessoa depressiva

Três anos atrás nascia no Brasil o Projeto Janeiro Branco com o principal objetivo de gerar nas pessoas uma reflexão sobre o comprometimento com a própria saúde mental para enfim alcançar uma vida mais feliz para si mesmas.

Nesse primeiro mês de 2017, a Campanha tem ganhado notoriedade nas redes sociais por meio de uma corrente que começa pela frase: "Minha porta está sempre aberta a qualquer um dos meus amigos que precise conversar". De fato, estender a mão para um amigo, convidá-lo para tomar um refrigerante, comer um lanche na padaria da esquina, se esbaldar em uma panela de brigadeiro e dar o ombro amigo é muito importante, mas o acompanhamento profissional também é imprescindível.


Segundo os dados da Organização Mundial da Saúde, a OMS, cerca de 121 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de depressão. Além disso, a Organização projeta que em 2030 a depressão será o mal mais prevalente do planeta, à frente do câncer.

Ceder o ombro amigo, notar o próximo e instruí-lo é uma boa forma de combater números tão alarmantes. Veja alguns sinais apresentados por pessoas depressivas:

Sempre acorda sem energia pela manhã;
Costuma ter pensamentos negativos em excesso;
Nunca se sente feliz;
Não tem vontade de iniciar as atividades do dia a dia;
Sempre se sente ou apresenta-se apático;
Tem pensamentos negativos quanto ao futuro;
O mundo não parece um lugar acolhedor;
Não costuma fazer planos;
O sistema imunológico é frágil e a pessoa constantemente está doente;
Sente vontade de se isolar ou se isola com frequência;
É pessimista;
Sente-se rejeitado com frequência;
Sente-se culpado por situações corriqueiras;
A mudança é amedrontadora;
Está constantemente esgotado mentalmente.

Se você ou algum amigo próximo apresenta metade ou mais dos sintomas descritos acima, possivelmente está sofrendo de depressão e ela, muito provavelmente, está afetando sua vida pessoal, social e profissional, além dos relacionamentos.

A depressão é uma doença que tem tratamento, que deve ser feito com acompanhamento de um médico psiquiatra e um psicólogo, e pode ser controlada a fim do paciente ter uma vida social ativa e comum.

Além disso, outros tipos de terapias alternativas são importantes no apoio ao tratamento convencional, como por exemplo sessões de autoconhecimento e áudios terapêuticos online.

Os transtornos mentais são difíceis de serem diagnosticados por não deixarem marcas aparentes e por, constantemente, serem confundidos com uma tristeza comum, mas é uma questão de saúde pública termos nossos olhares mais apurados a fim de estender a mão àqueles que precisam efetivamente de um ombro amigo, de ajuda e acompanhamento profissional.
Redação Bonde com Assessoria de Imprensa
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