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Sem riscos

Alimentos geneticamente modificados são seguros?

Sua Saúde-Folha de Londrina
29 mar 2010 às 19:36
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Os transgênicos disponíveis no mercado são seguros não só à saúde humana, mas também à animal e ao meio ambiente. Antes de chegar ao consumidor, os produtos geneticamente modificados (GM) passam por rigorosos testes toxicológicos, alergênicos, nutricionais e ambientais, e pela avaliação de uma comissão de especialistas em biossegurança.

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No Brasil, esta função cabe à Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), composta por 54 especialistas de instituições das áreas de saúde humana e animal, meio ambiente, defesa do consumidor e agricultura familiar, dentre outras, além de representantes de nove ministérios.

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A avaliação de segurança dos transgênicos segue padrões internacionais definidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO/ONU), entidades que já manifestaram apoio aos alimentos GM, a exemplo de outras, como a Academia de Ciências do Vaticano.


Em 12 anos de consumo em mais de 50 países os transgênicos nunca causaram impacto negativo à saúde. Pelo contrário, em alguns casos eles podem ser até mais saudáveis. É o caso do milho GM resistente a insetos, que apresenta incidência muito menor de micotoxina, substância tóxica produzida por fungos.


Vale lembrar que o pão, o queijo, o iogurte, a cerveja e o vinho, por exemplo, consumidos diariamente em todo o mundo há décadas, possuem enzimas produzidas por microorganismos GM ou bactérias e leveduras possivelmente transgênicas, sem prejuízo à saúde.

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No futuro, chegarão ao mercado os alimentos 'biofortificados', geneticamente modificados para serem mais nutritivos ou funcionais. Cientistas de todo o mundo já estão desenvolvendo plantas transgênicas que possuam mais vitaminas, proteínas e outras substâncias bioativas importantes para a saúde, como as que atuam na redução do risco de doenças cardiovasculares, materno-infantis, cancerígenas, gastrointestinais e até oculares.

Neuza Maria Brunoro Costa, nutricionista e PhD em nutrição humana


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