26/05/20
º/º
PUBLICIDADE
|
Prevenção

Pais precisam cumprir o esquema de vacinação dos filhos

Manter a carteira de vacinação da garotada em dia é mandatório para evitar moléstias que podem impactar na vida das pessoas. Os pais também devem ficar atentos para as doses de reforço, que são oferecidas nas campanhas durante o ano. Segundo dados do Ministério da Saúde, a imunização contra a poliomielite, por exemplo, atingiu 84% da cobertura contra a meta de 95% do público-alvo.

"Os pais precisam completar todo o esquema de vacinação dos filhos. O vírus da pólio, por exemplo, ainda circula no mundo e pode encontrar ‘brechas’ e voltar a afetar as crianças", alerta Dr. Pedro Oliveira, diretor médico da ePharma, empresa líder no mercado de assistência de benefícios farmacêuticos e de soluções para gestão de programas de saúde.


Desde 1990, as autoridades brasileiras não registram casos de pólio no território nacional, mas como a doença não foi erradicada no mundo, a vacinação é a única ferramenta para evitar o contágio com o vírus. A vacinação denominada tríplice/tetra viral também deve ser seguida de perto pelos responsáveis com os cuidados com a garotada. Ela protege contra sarampo, caxumba, rubéola e catapora.

"Precisamos ficar atentos a esse calendário. Só no ano passado, o município de São Paulo registrou mais de 3.000 casos de caxumba. A maioria dos casos foi registrada nas escolas e mostra que muitas famílias não vêm seguindo adequadamente o calendário de vacinação", aponta o diretor da ePharma.

O médico alerta para os riscos que doenças evitáveis podem provocar às pessoas. A caxumba, por exemplo, pode causar encefalite e meningite nos casos mais severos. "Já a catapora, principalmente entre as grávidas, traz riscos para a gestante e pode provocar má formação fetal", explica.

Confira o calendário de vacinas para as crianças:

Tríplice Viral D2
Contra sarampo, caxumba, rubéola e catapora
Duas doses para crianças a partir dos 12 meses, adolescentes e adultos não vacinados


Poliomielite
Contra Poliomielite ou paralisia infantil
Três doses injetáveis no 2º, 4º e 6º mês de vida do bebê; são indicados dois reforços orais, aos 15 meses e aos 4 anos.


Rotavírus Humano
Contra o vírus que causa diarreia grave, acompanhada de febre e vômito.
Duas doses no 2º e no 4º mês de vida.


Pentavalente
Contra difteria, tétano, coqueluche, meningite, hepatite B e outras infecções.
São três doses a partir dos 2 meses de idade (2º, 4º e 6º mês)

Meningocócica C
Contra a bactéria meningocóco C, responsável por 60% das meningites.
São três doses aplicadas no 3º e no 5º mês, com reforço aos 12 meses; para adolescentes de 12 e 13 anos, dose única ou reforço.
Redação Bonde com Assessoria de Imprensa
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Continue lendo
Boletim
Brasil registra 807 novas mortes por coronavírus; total passa de 23 mil
25/05/2020 20:25
Boletim da prefeitura
Londrina se aproxima de 300 casos confirmados de Covid-19
25/05/2020 18:43
Entenda
Lágrimas podem transmitir o novo coronavírus
25/05/2020 11:21
Entenda o estudo
Esgoto pode indicar percentual de contaminados pela Covid-19
25/05/2020 10:32
Ineficácia dos protocolos
Estudo identifica que cloroquina aumenta risco de arritmia cardíaca
25/05/2020 09:52
Veja mais e a capa do canal
JORNAIS
Folha de Londrina
TELEVISÃO
MultiTV Cidades
OUTRAS EMPRESAS
Grafipress
RSS - Resolução máxima 1024x728 - () - Bonde - Todos os direitos reservados