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Problemas

Aplicativos de transporte são alvos de reclamação em Londrina

Isabela Alonso Panho - Especial para a FOLHA
24 jan 2022 às 10:30
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Depois de 2016, a mobilidade urbana de Londrina passou a ter uma cara nova, graças aos aplicativos de transporte ou de carona compartilhada. Muito mais do que preencher lacunas do transporte público, abrangendo locais e horários em que o ônibus não chega, o sucesso dessa nova forma de se movimentar pela cidade se deu também pela possibilidade de ter conforto e rapidez a um preço acessível, sobretudo para quem não tem condições de ter um veículo particular.

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Contudo, essa realidade sofreu grandes transformações, principalmente nos últimos dois anos, fazendo com que essa alternativa não seja mais a grande solução que se propôs a ser.

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É, por exemplo, o que tem vivenciado a professora Giovanna da Costa Gregório, que saiu de Londrina em 2020 e voltou há poucos meses. Por morar no centro, ela estava acostumada a fazer várias tarefas a pé e usar o aplicativo de transporte apenas para ir ao trabalho. “Semana passada eu fiquei muito tempo, mas muito tempo mesmo esperando, o valor estava alto e o único motorista disponível não aceitava corrida”. Esse dia, segundo ela, foi o estopim para começar a buscar outras opções de transporte. Desde então, a professora tem adaptado sua agenda às linhas de ônibus disponíveis.


“Faz uns dois meses que eu senti muita diferença no valor e também não encontro mais motorista, dependendo do horário”, comenta a advogada Amanda de Marchi, que usa os aplicativos de transporte com frequência. Segundo ela, as corridas estão custando quase o dobro, o que tem feito ela repensar o uso da alternativa. “Algumas vezes eu até deixo de sair, fico esperando o preço abaixar ou peço carona”, conta a advogada, que, assim como Gregório, optou pelo ônibus para trabalhar.


Uma das hipóteses que as duas passageiras levantam para explicar essa mudança é também uma das maiores reclamações dos motoristas: o preço do combustível.

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Continue lendo na Folha de Londrina.

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