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Desandou

10 jun 2009 às 15:02
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Aproveitar as férias para acompanhar jogos do Brasil pela televisão.

Programa que seria bem legal para este blogueiro se o selecionado nacional não fosse comandado por Dunga.

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Que, com um pouco de sorte e muito do talento de poucos jogadores de sua equipe vem resistindo à frente da Seleção.

Leia mais:

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A culpa não é do Felipe Melo

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Reta final

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O esperado fim da Era Dunga

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O rival ideal


Que conseguiu três vitórias seguidas nas Eliminatórias e hoje estreou com mais um triunfo na Copa das Confederações, sobre o Egito, pelo elástico placar de 4 a 3.

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Mas, apesar da nova vitória, dizer que o futebol do time de Dunga foi medíocre é até elogio.


Mesmo diante de uma equipe que pressionou bastante, condição semelhante às das melhores atuações dos comandados do atual treinador, o Brasil jogou muito mal.

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Tanto que foi quase que comletamente dominado pelo adversário, que não figura entre as grandes potências mundiais (longe disso) e mereceia sorte melhor.


Especialmente na segunda etapa, quando foram os egípcios que jogaram como time grande, marcando a saída de bola brasileira, que voltou a ser sofrível.

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E só perderam porque levaram um gol nos acréscimos depois de pênalti - existente - marcado por alguém de fora do campo que soprou no ouvido do juiz, que já dava escanteio.


Apresentação suficiente para provar que, ao contrário do que alguns elogios indevidos a Dunga vindos inclusive de gente muito boa e que entende de futebol, a Seleção está longe de ser um time e depende única e exclusivamente das individualidades de seus principais jogadores.

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Porque não tem variações táticas para sair das situações desfavoráveis que atravessa. E tem no mínimo dois pesos-mortos para carregar ao redor do mundo, os improdutivos (adjetivo ate bastante elogioso) Gilberto Silva e Kléber.


Avaliações:

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Júlio César - Não teve que fazer grandes defesas e não teve culpa nenhuma nos gols. Mas fazia tempo que não era tão vazado assim - Nota 5;


Daniel Alves - Deu algum ânimo ao time no 1º tempo, mas depois sumiu - 5;

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Lúcio - Jogou o habitual, mas foi facilmente envolvido pelo ataque adversário, que fez três gols - 4;


Juan - No nível do companheiro, o que não é habitual (normalmente é bem melhor). Ao menso marcou um gol - 5;


Kléber - Comprova a cada dia que virou o filme. Sua permanência na equipe é um mistério que Dunga não consegue explicar - 1;


Gilberto Silva - Marca cada vez pior e é incapaz de sair com a bola. Só sabe dar toques de lado - 0;


Felipe Melo - Desta vez resolveu copiar seu colega Gilberto e foi quase tão mal quanto - 2;


Elano - Alguns lampejos, mas ésteve mal na maior parte do tempo - 3;


Kaká - Longe do que pode produzir, ao menos tentou jogar e foi premiado com dois gols - 6;


Luís Fabiano - Pouco acionado, fez o que se espera de um centroavante, deixando a sua marca - 6;


Robinho - Errou praticamente tudo o que tentou. E pouco tentou também. Atravessa um de suas piores fases - 2;


Ramires - Entrou quando a seleçõa já estava totalmente perdida e dominada em campo e nada conseguiu fazer para mudar a história do jogo - 4;


Alexandre Pato - Idem a Ramires, com o agravante de estar bastante desligado - 3;


André Santos - Pouco tempo para mostrar alguma coisa, mas deu uma furada digna de comédia pastelão - 3;

Dunga - Mesmo contra adversário claramente inferior ao Brasil, manteve o cauteloso esquema com três volantes e ainda viu seu time ser totalmente dominado sem nada fazer para realmente mudar. Alterações burocráticas como sempre, mostrando que não tem nenhuma alternativa tática para sua equipe. se tem algum mérito no comando da Seleção, é a sua sorte, que serve para explicar a injusta vitória. Está mais do que na hora da torcida resgatar o coro de ``Adeus Dunga´´ - 0.


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