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Pior que 1994

07 jun 2010 às 21:32
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Volto das férias a tempo de ver o show de horrores dos dois amistosos do time de Dunga antes da Copa.

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Talvez pela experiência que teve nas seleções de 1990 e 94, que não sabiam o que era jogar bonito; ou talvez porque nunca foi nenhum virtuoso com as bolas nos pés (longe disso), o ``treinador´´ consegue fazer seu time jogar pior a cada dia.

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Contra Zimbábue e Tanzânia, até mesmo a grande qualidade do time brasileiro, a forte marcação, não foi demonstrada e nos dois jogos os fraquíssimos times africanos ameaçaram bastante a meta de Júlio César e Gomes. Algo inaceitável.


Pior que isso, foi ver Elano, que para Dunga é um meia-armador, pouco produzindo dentro de campo.

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E confirmar a péssima fase que atravessa Felipe Melo, umas das invecionices do treinador que tem tudo para dar errado. Criticadíssimo até mesmo na Itália, onde seu estilo brucutu costumava fazer sucesso, Felipe conseguiu a proeza de jogar pior, contra a Tanzânia, do que Gilberto Silva.


A dupla de cabeças-de-área (ou bagre, como preferir) é de causar espanto de tão limitada. Ainda bem que Dunga ao menos deu uma chance para Ramires mostrar que um volante não tem que ser lento e burocrático como os queridinhos de Dunga -- que aliás só repetem o que fazia o chefe.


Também é de desanimar até o mais fanático torcedor o desempenho de Kaká e Luís Fabiano.


O primeiro parece não estar totalmente recuperado das lesões e joga em um ritmo lento demais e não consegue dar as suas famosas arrancadas, de longe sua maior qualidade.


O segundo, também se mostar fora de ritmo e sofre ainda porque a bola praticamente não chega até ele.


Destoando positivamente, apenas Robinho e Ramires, dois dos poucos a ter atuações que podem ser consideradas boas.


No mais, segue a mesma bagunça da CBF, que marcou dois amistosos contra ninguém, pensando apenas na grana a receber e não na possibilidade de testar a equipe às vésperas de sua competição mais importante, enquanto os principais rivais fizeram partidas contra equipes de verdade -- muitas reunindo duas seleções classificadas para a Copa.


Agora resta esperar a estreia e torcer para que o time de Dunga, que no momento parce ser bem pior do que o armado por Parreira em 94, tire o pé do freio e volte a jogar bem como fez raras vezes (cinco no máximo), especialmente em confrontos recentes contra as poderosas Argentina e Itália, por exemplo.

Se não, ver os jogos do Brasil vai ser tão ou mais difícil do que foi em 94, ou pior ainda, em 90.


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