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Edison  Yamazaki
Edison  Yamazaki
18/05/2013 - 23:46
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A organização sem fins lucrativos, com sede em Paris, Repórteres Sem Fronteiras, divulgou que o Japão caiu de vigésimo segundo para qüinquagésimo terceiro no ranking de liberdade de imprensa.
Dizem que o país foi afetado pela falta de transparência e de quase zero o respeito ao acesso à informação sobre temas direta ou indiretamente relacionados com o acidente na usina nuclear de Fukushima.
Realmente o Japão não possuiu uma imprensa totalmente livre. Isso é notório quando se pega um jornal e não se vê nenhuma caricatura ou quadrinhos de piada. Não existe porque a censura não permite.
Comentários "maldosos" de políticos, do parlamento ou de alguma outra entidade poderosa podem criar problemas sérios, que vão de cadeia ao processo.
Nos comentários esportivos na TV é ainda mais visível como tudo é controlado. Ninguém comenta as atitudes dos árbitros mesmo que ele tenha sido o responsável direto pelo resultado de uma partida. Dizem que os comentaristas que criticam a federação são mal vistos pelas emissoras que querem manter bom relacionamento para continuarem a terem acessos ás informações.
Ex-jogadores que são convidados para comentar uma partida recebem o que devem falar e até onde podem falar. Tudo é devidamente controlado, e quem sai da linha não volta mais para a TV.
O Brasil está na centésima oitava colocação e caiu 9 posições em relação à 2012. As razões foram assassinatos de jornalistas e a tentativa implícita do governo de amordaçar os repórteres.
Para compensar a falta de transparência jornalística, o Instituto Internacional de Imprensa elegeu a jornalista japonesa Mika Yamamoto como o "Herói Mundial da Liberdade de Imprensa 2013".
Trabalhando pela Japan Press, a jornalista foi morta quando cobria os combates em Aleppo, na Síria, no ano passado.
Aos 45 anos de idade, era especializada na cobertura de guerras, tendo sido correspondente em Kosovo, Bósnia, Indonésia, Afeganistão, Chechênia, Uganda e na invasão americana ao Iraque.

A última imagem viva de Mika Yamamoto
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Edison Yamazaki
 
Paulistano, preferiu contribuir com o esporte desistindo de ser atleta para estudar Educação Física. Foi da convivência com os seus alunos que ele entendeu que toda emoção que viveu dentro das quadras, dos campos, das pistas e das piscinas é muito mais abrangente do que somente vencer ou perder. Descobriu que as relações humanas e as amizades são tão importantes quanto à saúde e o bem estar. Com isso na cabeça foi para o outro lado mundo e hoje vive em Kyoto.



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