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O ENERGÚMENO

23 set 2019 às 09:52
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O inglês Noël Coward foi um dos mais inventivos artistas das artes britânicas no século XX. Dramaturgo, ator, escritor, produtor, compositor, letrista e pintor, ele definiu o que conhecemos hoje como "identidade inglesa”. Além de ter produzido e escrito filmes para David Lean, ele sempre soube conciliar seus múltiplos talentos. Como neste O Energúmeno, de 1935, seu segundo trabalho como ator, onde foi dirigido por Ben Hecht e Charles MacArthur e feito nos Estados Unidos. O roteiro, de autoria de dupla de diretores, nos apresenta o odiado, impiedoso e cético editor Anthony Mallare (Coward). Ele morre um acidente aéreo e por não ter sido uma pessoa amada, seu espírito é condenado a permanecer inquieto. Porém, um poder maior lhe concede um mês de vida na Terra para que ele encontre uma pessoa capaz de derramar uma lágrima por ele antes que seu destino seja selado. O Energúmeno é uma fantasia que parte de uma premissa bem interessante e criativa, tanto que ganhou o Oscar de melhor roteiro. Hecht e MacArthur dirigiram poucos filmes. O principal trabalho da dupla foi mesmo na escrita de roteiros. E isso fica claro aqui. Apesar da boa história, a obra carece de ritmo em algumas cenas. Mas isso, de forma alguma, tira a graça da trama.

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O ENERGÚMENO (The Scoundrel – EUA 1935). Direção: Ben Hecht e Charles MacArthur. Elenco: Noël Coward, Julie Haydon, Stanley Ridges, Martha Sleeper, Ernest Cossart e Everley Gregg. Duração: 76 minutos. Distribuição: Paramount.


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