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Em Cascavel

Acusado pela morte de aluno da FGV é preso no PR

Agência Estado
06 mar 2011 às 18:16

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O delegado titular do 4º Distrito Policial de São Paulo, no Bairro Consolação, Paulo Tucci, disse ontem, em Curitiba, que o caso do homicídio do estudante Júlio César Grimm Bakri, de 22 anos, e tentativa de homicídio de Christofer Akio Cha Tominaga, de 23 anos, está "inteiramente solucionado".

A declaração foi feita na apresentação de Valmir Ventino da Silva, de 19 anos, preso sábado em Cascavel, no oeste do Paraná. Ele é acusado de, juntamente com o irmão, Francisco Macedo dos Santos, de 24 anos, já preso, terem cometido os crimes na noite de 23 de fevereiro.

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Bakri e Tominaga, estudantes do 4º ano de Administração da Fundação Getúlio Vargas (FGV), foram baleados quando estavam sentados próximo a uma mesa na calçada de um bar próximo à faculdade, na rehgião central de São Paulo. Tucci e o delegado Ricardo Prezia, que atuou na prisão de Valmir, juntamente com policiais do Centro de Operações Policiais Especiais do Paraná (Cope), disseram que, informalmente, o rapaz teria confessado o crime e contado detalhes do caso. Mas, interpelado por jornalistas, Valmir negou. "As imagens não mostram nada, não é eu", afirmou. "Não sei do que vocês estão falando."

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O depoimento oficial de Valmir será tomado em São Paulo, para onde o acusado seria levado ainda ontem em voo previsto para sair de Curitiba por volta das 21 horas.


De acordo com Tucci, informalmente ele teria dito que atirou contra os rapazes, pois eles, momentos antes, teriam feito alguns gestos provocadores e o chamado de "otário". Ele teria saído do bar, onde estava com a namorada, e ido em casa buscar a arma. Lá, teria contado para o irmão o que faria e este disse que iria junto. Voltaram em uma motocicleta. "Motivo fútil", completou o delegado Prezia. Segundo ele, o acusado teria dito que está arrependido.


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