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Várias fraturas

Brasileira morreu pouco depois de queda em vulcão na Indonésia, aponta legista

Folhapress
27 jun 2025 às 12:16

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Foto Instagram pessoal
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O corpo da turista brasileira Juliana Marins, 26, morta na Indonésia, foi liberado para a família após a perícia, mas o retorno ao Brasil ainda aguarda definição. De acordo com o legista, a morte de Marins foi causada por um trauma contundente que causou danos a órgãos internos e hemorragia. O resultado da autópsia foi divulgado nesta sexta (27).


"Encontramos arranhões e escoriações, bem como fraturas no tórax, ombro, coluna e coxa. Essas fraturas ósseas causaram danos a órgãos internos e sangramento", disse o especialista forense Ida Bagus Alit.

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"A vítima sofreu ferimentos devido à violência e fraturas em diversas partes do corpo. A principal causa de morte foram ferimentos na caixa torácica e nas costas", disse o médico.


A informação foi publicada nesta sexta-feira (27) pelo site Tirti.id. De acordo com a publicação, o corpo de Juliana está no Hospital Bali Mandara, para que permaneça preservado para o retorno ao Brasil.


Segundo Ida Bagus Putu Alit, médico legista responsável pela autópsia do corpo da publicitária brasileira, os investigadores entregaram o corpo de Juliana à família nesta manhã (no horário da Indonésia), por meio de seu advogado.


"Ainda não há [horário de retorno]. As últimas informações são de que ainda estão procurando voos", concluiu o médico.


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decidiu que irá transladar o corpo de Juliana, que morreu ao fazer uma trilha em torno de um vulcão na Indonésia, de volta para o Brasil. Antes, a Prefeitura de Niterói (RJ) também havia anunciado que iria custear o translado.


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