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Comissão quer ouvir governo sobre risco de racionamento de energia em 2015

Redação Bonde
07 nov 2014 às 09:18

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A Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) pretende ouvir autoridades do setor para avaliar o risco de racionamento de energia em 2015. Nesta semana, o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) divulgou nota segundo a qual o risco de faltar energia elétrica no país, em 2015, chegou a 5% para as regiões Centro-Oeste e Sudeste, o que constitui o limite máximo tolerado pelo governo.

Para o vice-presidente da CI, senador Sérgio Petecão (PSD-AC), que defende a realização de audiência pública para debater o tema, os números apresentados pelos órgãos do setor de energia são preocupantes.

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"Está na hora de a nossa comissão convidar alguns dirigentes dessas empresas para que possam trazer informações concretas, para que nós posamos tomar providências no sentido de ajudar para que não possa ocorrer esse racionamento de energia que já está sendo divulgado pelo governo", afirmou Petecão.

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O senador Kaká Andrade (PDT-SE), por sua vez, defende a revitalização das bacias hidrográficas do país para assegurar a geração de energia elétrica e o abastecimento de água à população. Kaká Andrade disse estar preocupado com a situação do rio São Francisco, e cobra da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) uma participação mais efetiva para salvar o rio.

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- A CHESF tem que se transformar em uma parceira, ela tem que ser a maior interessada, uma das maiores interessadas, na discussão do problema, na busca de soluções para o problema. E a solução não vem em um toque de mágica. E qualquer solução que venha a resposta também não é imediata - afirmou.


De acordo com a nota do CMSE, o risco de déficit de energia em 2014 no Brasil é zero. Para 2015, o risco é 5% nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, e 0,7% na Região Nordeste. Em outubro, o risco era 4,7% e 0,8%, respectivamente. Com base nesses números, o comitê avalia que as condições do Sistema Interligado Nacional (SIN) mantêm-se estável e estruturalmente equilibrado, com sobra estrutural de cerca de 6.600 megawatt (MW) médios para atender a carga prevista.


De acordo com o Operador Nacional do Sistema elétrico (ONS), o atendimento à ponta de carga nos meses do verão, quando se espera uma elevação natural da carga em função das altas temperaturas, está sendo analisado mês a mês, nos estudos de planejamento da operação de curto prazo. O órgão explica ainda que vão sendo atualizadas as previsões de afluências a esses reservatórios, à medida em que se configura o início do período úmido.

O ONS informa ainda que, apesar dos níveis de armazenamento reduzidos dos reservatórios das regiões Sudeste/Centro-Oeste e Nordeste, o período chuvoso está se iniciando dentro da normalidade, conforme as previsões dos institutos oficiais de meteorologia.


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