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Mãe de três filhos

Mulher morre após fazer aborto em clínica clandestina

Agência Estado
22 set 2014 às 16:43

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Uma mulher grávida de quatro meses morreu no Hospital Estadual Azevedo Lima, no bairro do Fonseca, em Niterói (região metropolitana do Rio) após fazer um aborto. Elisângela Barbosa, de 32 anos, morava em São Gonçalo com o marido e outros três filhos.

No sábado, 20, a dona de casa saiu para realizar o aborto em uma clínica clandestina em Pendotiba, também em Niterói. Apesar de ser contra o procedimento, o marido não impediu a decisão da mulher.

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No domingo, 21, à noite, a família recebeu uma ligação da equipe do Azevedo Lima que avisou que a dona de casa estava internada. Quando chegaram, os familiares foram informados que não tinha resistido a um sangramento e morreu no hospital.


O caso será investigado pela Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí.


Campo Grande


No dia 26 de agosto a auxiliar administrativa Jandira Magdalena dos Santos Cruz, de 27 anos, foi fazer um aborto em uma clínica clandestina em Campo Grande, na zona oeste do Rio, e desapareceu.


Na quarta-feira, 17, o desembargador Luiz Zveiter, da Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio, negou pedido de habeas corpus apresentado pela defesa de Mônica Gomes Teixeira e Marcelo Eduardo Medeiros, presos no dia 21 por envolvimento com o caso.


Medeiros seria o dono da casa, localizada em um condomínio fechado no bairro, que foi alugada para realização dos abortos. De acordo com as investigações da 35ª Delegacia de Polícia (Campo Grande) ele sabia que a casa era usada como clínica clandestina. Mônica, que é casada com ele, era recepcionista da clínica.


Além do casal a Justiça também decretou a prisão temporária de Rosemere Aparecida Ferreira, que seria enfermeira na clínica; Carlos Augusto Graça de Oliveira, que atuava como médico no local; e Vanuza Vais Baldacine, que dirigiu o carro em que Jandira foi vista pela última vez.

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Jandira tentava interromper uma gravidez de três meses e nunca mais foi encontrada. Ele foi vista pela última vez na rodoviária de Campo Grande, ponto de encontro marcado pela quadrilha.


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