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Pesquisa do Procon

Cheque especial tem a menor taxa desde maio de 2001

Redação - Folha de Londrina
15 set 2003 às 20:12

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A taxa média do cheque especial em setembro ficou em 8,50% ao mês, o equivalente a 166,27% ao ano, segundo pesquisa da Fundação Procon-SP. É a menor taxa registrada desde maio de 2001, quando o juro do cheque especial estava em 8,49%.

Na comparação com agosto, quando os bancos cobravam, em média, 9,17% mensais, houve uma queda de 0,67 ponto no juro do cheque especial.

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A maior queda foi na taxa da Caixa Econômica Federal. Na CEF, o juro do cheque especial recuou de 8,9% para 7,75% ao mês. No Banco do Brasil, passou de 8,7% para 7,75%, enquanto no Bradesco caiu de 9,39% para 8,52%.

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Segundo o Procon-SP, a maior taxa do cheque especial hoje é do BCN, que cobra 9,45% ao mês de seus correntista.

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Empréstimo pessoal - Para o empréstimo pessoal, a taxa média dos bancos pesquisados pelo Procon foi de 5,69% ao mês, o que corresponde a uma redução de 0,26 ponto percentual em relação a agosto.


Nesse segmento, a maior redução foi feita pela Nossa Caixa, que baixou o juro de 4,65% para 3,85% ao mês, o menor do mercado.

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O Banco do Brasil reduziu seu juro do empréstimo pessoal de 5,9% para 5,3% e o Itaú, de 6,45% para 6,05%.


De acordo com o Procon-SP, as maiores taxas para o empréstimo pessoal são do Bradesco e do Unibanco, que cobram 6,2%.

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Resultado de políticas - Segundo os técnicos do Procon-SP, a queda nas taxas cobradas pelos bancos foi puxada por uma série de medidas adotadas na política monetária, como a redução da alíquota de recolhimento compulsório sobre depósitos à vista, de 60% para 45%, e a diminuição da taxa Selic de 24,50% para 22% ao ano.


No entanto, o Procon-SP alerta que as taxa de juros "ainda não são suficientes para encorajar o empréstimo" ao consumidor.

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"Com a queda generalizada da renda e o orçamento apertado, o consumidor deve evitar dívidas, priorizando a subsistência da família e recorrendo ao crédito somente após uma criteriosa avaliação de custo-benefício", recomenda o Procon, em nota divulgada.


A pesquisa, relizada entre os dias 8 e 9 deste mês, levou em conta as taxas de juros cobradas por 12 instituições financeiras.

Informações da Folha Online


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