Após um período de certa instabilidade no câmbio, o dólar fechou nesta terça-feira em considerável queda de 1,05%, cotado a R$ 3,48.
Segundo o analista Joel Machado, da Century Investimentos, a rolagem de 100% da dívida US$ 1,9 bilhões que venceria na próxima quinta-feira foi o principal fator de pressão para a baixa da meda norte-americana.
O adiamento da votação da resolução sugerida pelos EUA e a Grã-Bretanha, que propõe a imposição da data limite de 17 de março para o Iraque se desarmar completamente, também colaborou.
As agências de classificação Merryl & Linch e Finch mudaram a classificação dos C-Bonds (títulos de dívida externa) brasileiros de negativos para estáveis, o que faz com que o Brasil seja visto com bons olhos pelo mercado externo.
De acordo com Machado, o que está mantendo o dólar instável e impede uma queda maior da cotação é a iminência da guerra no Oriente Médio.